- A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, foi arremessada de uma plataforma de rope jump sem a corda principal de segurança; ainda apresentou pulso fraco e respiração após a queda.
- A enfermeira Rayza Gabrieli Dias Delfino, 26 anos, que prestou os primeiros socorros, relatou ter feito massagem cardíaca e verificar pulso fraco antes de a pulsação cessar.
- Ela disse ter notado que a vítima ainda estava com um equipamento preso à região da barriga, mas sem a corda principal de segurança.
- Os instrutores Maicon Fernandes Cintra, Luis Felipe Feliciano Egoroff e Vitor de Freitas Gonçalves permanecem presos e foram indiciados por homicídio com dolo eventual.
- O rope jump é uma modalidade com cordas estáticas; o caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias e responsabilidades.
Um acidente durante uma sessão de rope jump deixou Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ferida gravemente após ser arremessada de uma plataforma sem a corda de segurança principal. A enfermeira Rayza Gabrieli Dias Delfino, de 26 anos, que prestou os primeiros socorros, informou que a jovem ainda apresentava sinais vitais após o ocorrido.
Segundo apurado pela Polícia Civil, Rayza afirmou ter descido rapidamente até a vítima ao perceber o acidente. Ela descreveu que Maria Eduarda ainda possuía um equipamento preso à região da barriga, mas sem a corda principal de sustentação. A profissional iniciou manobras de reanimação até a chegada da equipe médica.
A enfermeira contou ao veículo de imprensa que chegou a registrar a preparação da vítima em vídeo, com a intenção de enviá-lo a uma familiar que acompanhava a experiência, mas acabou interrompida pela gravidade da situação. Ela relatou ainda que, ao notar o desespero de um acompanhante, indicou que ele trasladasse a vítima ao local de atendimento para as manobras de salvamento.
Do outro lado, os instrutores responsáveis pela atividade — Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos; Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32; e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 — permanecem detidos em flagrante, com indiciamento por homicídio com dolo eventual. A defesa e a linha de apuração seguem sob escrutínio.
O rope jump é apresentado como modalidade de esporte radical que utiliza cordas estáticas, sem elasticidade, com movimentos que lembram um pêndulo após a queda. As autoridades continuam investigando as circunstâncias do acidente para esclarecer responsabilidades.
Estado de saúde da vítima
A equipe médica confirmou que, apesar de os diagnósticos iniciais terem indicado instabilidade, não houve confirmação de recuperação durante o atendimento. O quadro clínico de Maria Eduarda continua sob avaliação, com informações sendo atualizadas conforme o andamento de exames e participação de testemunhas.
Investigação e próximos passos
As autoridades apuram se houve falha no equipamento, na checagem de segurança ou na supervisão da atividade. A investigação busca esclarecer as causas do disparo da corda e se houve negligência por parte dos responsáveis pela operação. As perícias devem indicar eventuais responsabilidades civis e criminais.
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