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Ponte de Limeira com acesso fácil não tem segurança, após morte de jovem

Trio preso sob suspeita de homicídio doloso pela morte de jovem na Ponte do Esqueleto; estrutura sem proteção aumenta risco para frequentadores.

Ponte é sustentada ao todo por dez pilares; Maria Eduarda foi arremessada do quinto, ao centro
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  • Três integrantes do grupo Entre Cordas foram presos preventivamente sob suspeita de homicídio doloso pela morte de uma jovem de 21 anos durante salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).
  • A defesa sustenta que o caso é de homicídio culposo (sem intenção), argumentando que “não são loucos” e que houve tragédia.
  • A vítima, Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, era moradora de Jandira e morreu após ser arremessada da ponte sem estar presa às cordas de segurança.
  • O local não possuía proteção ou controle de acesso; há falhas de segurança perceptíveis, incluindo ausência de grade e equipamento de proteção.
  • A investigação também apura o sumiço de uma câmera GoPro que filmou a queda, além de analisar extratos de pagamentos do grupo e ouvir testemunhas para esclarecer as circunstâncias do salto.

A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu no último sábado após ser lançada da Ponte do Esqueleto sem uso de cordas de segurança durante salto de rope jump. O acidente ocorreu no desnível da ponte, em Limeira (SP), ponto conhecido entre praticantes de esportes radicais. A estrutura não apresenta proteção lateral visível, e não havia controle de acesso.

Três suspeitos foram presos preventivamente pela morte. São integrantes do grupo Entre Cordas, que promovia os saltos na ponte. A defesa contesta a conclusão de homicídio doloso e aponta tratamento como homicídio culposo, sem intenção de matar. As investigações apuram falhas de segurança e omissões na checagem de equipamentos.

O local permanece acessível ao público, sem barreiras adequadas. A prefeitura informou que vai recorrer de decisões envolvendo a ponte, enquanto a secretaria do Patrimônio da União afirmou que a atividade é irregular e colabora com as apurações. A polícia busca testemunhas e também investiga o sumiço de uma câmera GoPro que registrava o salto.

Os envolvidos estão detidos no Centro de Detenção Provisória de Piracicaba. A linha de apuração aponta para falhas no equipamento de segurança principal, a corda, e na checagem pré-arremesso. A polícia também examina dados de pagamentos realizados pelo grupo para esclarecer a atuação e a responsabilidade na operação.

Relatos de familiares de praticantes indicam preocupações com a segurança do local. A ponte, que já recebeu outras ocorrências, tem histórico de uso comercial informal e de registros prévios de acidentes, ainda que permaneça aberta para o público. A investigação segue para esclarecer responsabilidades e circunstâncias do ocorrido.

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