- O quadro em que Virgínia Fonseca cobre a Copa do Mundo no Huck divide opiniões do público.
- O Mundial de 2022 já contou com criadores de conteúdo, como Diogo Defante, em cobertura vinculada a canais alternativos.
- Em 25 de maio, a Federação Nacional dos Jornalistas criticou a escolha de Virginia como repórter, temendo o sucateamento do jornalismo.
- Para a colunista Natalia Beauty, a iniciativa da Globo mostra que a audiência pode valorizar esse tipo de participação.
- Defante afirma que criadores de conteúdo ajudam a contar a experiência da Copa sem substituir o jornalismo, atuando de forma complementar.
Desde o anúncio, o quadro em que Virgínia Fonseca cobre a Copa do Mundo no Huck divide opiniões. A imprensa acompanha a repercussão entre fãs, colegas de profissão e organizações de jornalistas. A escolha da emissora suscita debates sobre o papel de criadores de conteúdo na cobertura esportiva.
No centro da discussão estão a cobrança jornalística tradicional e a presença de influenciadores com grande alcance. Críticos apontam riscos de descolamento da apuração. Defensores dizem que a presença amplia o alcance e aproxima o público do evento.
Reações ao quadro e ao papel dos criadores
A Fenaj divulgou, em 25 de maio, uma nota contrária à escolha, expressando preocupação com o aumento de influenciadores em posições antes ocupadas por jornalistas. A entidade enfatiza riscos ao jornalismo profissional.
Por outro lado, colunistas destacam que audiência pode se beneficiar da diversidade de formatos. A participação de criadores já ocorreu em Copas anteriores, como Diogo Defante em 2022, quando a cobertura contou com diferentes formatos de expressão.
Histórico de criadores na cobertura de Copas
A Globo já integrou influenciadores ao núcleo de cobertura esportiva, com Casimiro ganhando relevância no canal e ampliando seus negócios no segmento. A presença de figuras digitais não substitui o jornalismo, segundo defensores, mas acrescenta perspectivas.
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