- Vini Jr. recorre à Justiça contra a Light após derrota em processo movido pela fornecedora de energia no Rio de Janeiro.
- O jogador busca a condenação da Light e a produção de documentos por meio de ação de produção antecipada de provas.
- O camisa 7 alega ter crédito com a Light de R$ 162 mil, supostamente passado verbalmente por um funcionário após reforma elétrica realizada pelo atacante.
- A Justiça não concedeu o pedido inicial, alegando que o jogador não comprovou a necessidade da medida, e o caso está em recurso.
- O desdobramento ocorreu após a decisão ter sido proferida na terça-feira, dia 16.
O craque Vini Jr. voltou à Justiça em um novo embate com a Light, concessionária de energia do Rio de Janeiro. A ação, movida após uma derrota anterior, envolve produção antecipada de provas e tem como foco documentos de atendimento da empresa. O processo teve início na terça-feira 16 de junho.
Segundo o que consta, o atacante alega ter um crédito com a Light de R$ 162 mil, correspondente a menos de 2% do seu salário mensal. A diferença entre o valor e a demanda aumenta a expectativa sobre quais informações a Light poderia fornecer para discutir o crédito apontado pelos representantes do jogador.
A defesa de Vini Jr. sustenta que houve erro do magistrado ao não considerar parte dos créditos. O jogador recorre para que a produção de documentos seja reavaliada, especialmente no que diz respeito ao acesso a protocolos de atendimento. A Light não comentou oficialmente o andamento da ação.
Status do processo
A Justiça já havia indeferido a pedido inicial, com base na avaliação de que o jogador não comprovou a necessidade da medida. O recurso apresentado por Vini questiona o julgamento anterior e aponta falhas na linha de atuação do magistrado em relação aos créditos.
Pontos de controvérsia
A defesa alega que o tema central deve ser a admissibilidade de acesso aos documentos a serem produzidos, e não apenas o crédito em questão. A Light, por sua parte, sustenta que os protocolos de atendimento não são relevantes para o crédito apontado.
Este caso envolve o jogador do Brasil na Copa 2026 e a empresa de energia do Rio de Janeiro, sem impactar diretamente fases da competição. O desdobramento permanece sob sigilo judicial até nova decisão.
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