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O sucesso de Messi expõe desafio comum para empresas

Messi aos 38 ainda em alto nível ilustra equilíbrio entre continuidade e sucessão; empresas devem manter talentos atuais enquanto formam a próxima geração

Messi entrou para a história ao se tornar um dos maiores artilheiros da história das Copas
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  • Messi, aos 38 anos, marcou três gols na vitória da Argentina sobre Argélia e igualou o recorde de gols em Copas, com 16; a Seleção volta a campo contra a Áustria às 14h.
  • Mbappé e Haaland também brilharam, sendo vistos como os rostos do futebol da próxima década, mas Messi permaneceu em destaque.
  • O texto aponta um erro comum em planejamentos de sucessão nas empresas: foco excessivo em quem vem depois pode subestimar quem ainda entrega resultados.
  • Sucessão não é apenas troca de peças; gerações diferentes podem conviver e contribuir simultaneamente para o sucesso de uma equipe.
  • Planos de sucessão eficaz enfatizam a transferência de conhecimento, com liderança experiente compartilhando aprendizados antes da saída, não apenas apontando o próximo substituto.

A atuação histórica de Lionel Messi na Copa do Mundo de 2026 reacendeu um debate sobre sucessão em organizações. Aos 38 anos, o astro da Argentina marcou três gols na vitória sobre a Argélia e igualou o recorde de Miroslav Klose, com 16 gols. Nesta segunda-feira, a Argentina enfrenta a Áustria às 14h.

Paralelamente, surgiram duas novas apostas do futebol mundial. Kylian Mbappé marcou dois gols pela França e Erling Haaland também anotou duas vezes em sua estreia. Mesmo assim, o protagonismo continuou com Messi, símbolo de continuidade entre gerações.

A reportagem da Inc aponta que esse cenário revela um erro comum na gestão de pessoas: planejar substituições antes de aproveitar o que já entrega resultados. Muitas empresas criam pipelines de liderança, mas esquecem de extrair valor dos atuais líderes.

O risco é tratar a sucessão como troca de peças, sem considerar o impacto de manter quem ainda gera resultados. O desempenho de Messi ilustra como diferentes gerações podem coexistir e colaborar para o sucesso de uma equipe.

Quando uma empresa antecipa demais a ascensão de um talento promissor, a transição pode ser desnecessária ou prematura. Em muitos casos, é possível sustentar a liderança atual ao mesmo tempo em que se desenvolve a próxima geração.

A sucessão não é apenas um rodízio de cargos. Processos eficazes criam sobreposição entre gerações, reconhecendo que experiência e visão estratégica não se substituem sozinhas. A transferência de conhecimento aparece como diferencial central.

Planos bem-sucedidos de transição priorizam a transmissão de aprendizagens antes da saída de líderes experientes. Assim, a continuidade não depende de um único indivíduo, mas do ecossistema de mentoria e desenvolvimento.

Ao analisar o exemplo argentino, observa-se que jovens talentos ganham espaço convivendo com Messi, enquanto o veterano também se beneficia da energia da nova geração. O modelo sugere ganhos mútuos para empresas que adotam a mesma linguagem.

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