- A família de Águas Claras, conhecida como “família hexa”, tem 15 membros nascidos com polidactilia, ou seja, com seis dedos nas mãos ou nos pés.
- A administradora Silvia Santos da Silva, 64 anos, diz que nunca se sentiu diferente e que o acolhimento familiar tornou a condição natural e motivo de orgulho.
- A característica é hereditária em muitos casos e já foi objeto de estudo em 2016, em pesquisa publicada na Nature Communications, na Alemanha.
- A família comenta que, na prática, quem precisa “correr atrás do hexa” é a seleção brasileira, não eles, e brincam com o tema durante a Copa.
- Na Copa do Mundo, o Brasil enfrenta a Escócia nesta quarta-feira (24) para buscar liderança do grupo; o país busca avançar na competição.
Família de Águas Claras, conhecida como a “família hexa”, reúne 15 membros com polidactilia, nascidos com seis dedos nas mãos e nos pés. A curiosidade sobre a condição é comum, mas a convivência é naturalizada pela relação entre os parentes.
Silvia Santos da Silva, 64, administradora e neta do primeiro integrante com a condição, diz que não se sente diferente. O acolhimento familiar transforma o tema em uma curiosidade orgulho, sem impacto negativo na vida cotidiana.
A polidactilia é frequentemente hereditária, transmitida entre gerações. Em 2016, integrantes da família participaram de pesquisa publicada na Nature Communications, que investigou aspectos genéticos da condição.
No futebol e no cotidiano
Silvia brinca com o vínculo entre o hexacampeonato e a seleção brasileira. Ela comenta que a cobrança sobre a equipe é grande e que o time precisa melhorar a tática, com foco na vitória sobre a Escócia.
Na Copa do Mundo, o Brasil disputa a oportunidade de avançar no grupo. O objetivo é vencer a Escócia para manter a liderança e evitar um possível encontro com a Holanda na fase seguinte.
Brasil e Escócia jogam nesta quarta-feira, 24 de junho. A seleção busca o primeiro lugar do Grupo F, com a condição de manter saldo de gols caso Marrocos vença o Haiti.
Entre na conversa da comunidade