- A Agência Europeia de Segurança Aeronáutica (EASA) solicitou inspeções especiais em dezesseis aeronaves Airbus A380 devido a fissuras na estrutura das asas, que podem reduzir a integridade da peça.
- Das dezesseis, quinze são operadas pela Emirates e uma pela Qantas Airways.
- A diretiva de aeronavegabilidade, emitida em dezoito de junho, determina que as fissuras encontradas exigem uma inspeção adicional detalhada para garantir a segurança.
- A Emirates é o maior operadora mundial do A380, e a fabricante já enfrentou problemas similares no passado, incluindo falhas que levaram a contenções e paralisações em 2012.
- O A380 é o maior avião comercial já produzido, com capacidade para até 555 passageiros na configuração padrão.
O órgão europeu de segurança aérea (EASA) pediu inspeções especiais em aeronaves Airbus A380 após identificar fissuras em partes da estrutura das asas. Ao todo, 16 aparelhos devem passar por revisões adicionais; 15 operados pela Emirates e 1 pela Qantas Airways.
A requisição foi publicada por meio de uma direta de aeronavegabilidade emitida no dia 22 de junho. A EASA afirma que as fissuras encontradas podem reduzir a integridade estrutural das asas, tornando necessária a inspeção detalhada para avaliar o risco.
Segundo a diretiva, a Airbus determinou que é imprescindível realizar a inspeção adicional com maior detalhe, para esclarecer a extensão de possíveis danos. A medida envolve exclusivamente aeronaves sob licença de operação das duas companhias mencionadas.
A Emirates é o maior operador mundial do A380, com uma frota de mais de 100 unidades. O modelo já enfrentou episódios similares no passado, quando o fabricante teve de lidar com fissuras em componentes das asas, levando a paralisações temporárias.
O A380 é o maior avião de passageiros já produzido, com 73 metros de comprimento e capacidade que pode chegar a 555 passageiros na configuração padrão. O primeiro voo ocorreu em 2005, ligando Toulouse a várias rotas internacionais.
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