- O projeto “Baobab Waterfall” propõe uma plataforma flutuante circular perto da costa de Madagascar, com uma torre central inspirada no baobá para atividades administrativas, educacionais, agrícolas e de convivência.
- A água do mar ao redor seria direcionada para criar quedas artificiais que movimentariam turbinas sob a superfície, gerando energia de forma similar a uma usina hidrelétrica, sem rios.
- O conceito foi desenvolvido pelo arquiteto Ahmad Eghtesad, em parceria com Mohammad Aghaei e Nastaran Fazeli, e apresentado em uma competição da Jacques Rougerie Foundation.
- Embora tenha ganhado repercussão internacional, a proposta permanece conceitual, sem cronograma, orçamento ou estudos técnicos completos.
- Além de energia, o projeto prevê agricultura, capacitação profissional e potencial turismo, mas sua viabilidade depende de estudos ambientais, custos e integração com a rede elétrica.
O projeto “Baobab Waterfall” apresenta uma ideia futurista de usina flutuante em Madagascar. A proposta busca gerar energia, cultivar alimentos e promover turismo, tudo em uma única instalação marítima. A ideia foi criada por Ahmad Eghtesad, Mohammad Aghaei e Nastaran Fazeli.
A concepção foi apresentada em uma competição promovida pela Jacques Rougerie Foundation, instituição que incentiva projetos inovadores para oceanos e cidades do futuro. A proposta ainda não tem cronograma, orçamento divulgado ou estudos técnicos completos.
O desenho prevê uma plataforma circular flutuante próximo à costa de Madagascar. No centro, uma torre inspirada no baobá reuniria áreas administrativas, educação, estufas e espaços de convivência. Ao redor, a água movimentaria turbinas submersas que gerariam energia.
A água, guiada pela estrutura central, formaria quedas artificiais que impulsionariam as turbinas. O sistema seria semelhante a uma usina hidrelétrica, porém sem rios ou barragens convencionais. O baobá simboliza identidade cultural e ambiental da região.
Segundo os criadores, o Baobab Waterfall chega em um contexto de forte desafio energético em Madagascar, onde milhões não têm eletricidade regular. A proposta se destaca como possível solução baseada em fontes renováveis, conforme o projeto.
Especialistas ressaltam que, para avançar, seriam necessários estudos rigorosos sobre impacto ambiental, custos e integração com a rede elétrica. A viabilidade depende de análises técnicas antes de qualquer decisão de implantação.
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