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Tempo médio do sexo, segundo a ciência

Estudo com quinhentos casais heterossexuais aponta tempo médio de cinco minutos e vinte e quatro segundos entre penetração e ejaculação, com variação de trinta e três segundos a quarenta e quatro minutos

(dima_sidelnikov/iStock)
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  • Estudo com 500 casais heterossexuais mediu o tempo entre penetração e ejaculação, excluindo preliminares, e a média foi de 5 minutos e 24 segundos.
  • A variação foi grande: 33 segundos ao menor tempo e 44 minutos ao maior, ao longo de quatro semanas.
  • Uso de camisinha não alterou significativamente a duração média; circuncisão também não foi um fator determinante.
  • Idade dos parceiros ajudou a explicar a redução do tempo: quanto mais velhos, menor a duração.
  • Entre as nacionalidades, os turcos tiveram a menor média, de 3 minutos e 42 segundos; os participantes eram da Holanda, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.

Um estudo avaliou o tempo de duração do sexo entre 500 casais heterossexuais em quatro países diferentes. O levantamento mediu apenas o intervalo entre penetração vaginal e ejaculação, excluindo as preliminares.

A média registrada foi de 5 minutos e 24 segundos. A variação foi grande, indo de 33 segundos até 44 minutos, ou seja, 80 vezes a diferença entre os extremos. A pesquisa durou quatro semanas.

Casais que usaram preservativo não apresentaram diferença relevante no tempo médio em relação aos que não usaram. A circuncisão também não influenciou a duração. Já a idade dos parceiros reduziu o tempo conforme o casal envelhecia. Turquia apresentou a menor média, 3 minutos e 42 segundos. Participaram Holanda, Espanha, Reino Unido e EUA.

Tempo considerado normal e outros dados

A percepção de normalidade varia conforme padrões. Ao fim dos anos 1940, metade dos homens tinha duração média de apenas dois minutos. Estudos mais recentes sugerem que a média fica entre 5 e 10 minutos. Quando a relação ultrapassa 20 minutos, já é visto por muitos como acima do desejado.

Outra pesquisa aponta que o tempo de duração do ato pode ter maior relação com o orgasmo feminino do que as preliminares. Um estudo com 2.360 mulheres tchecas, publicado em 2009, relaciona duração do ato à probabilidade de orgasmo mais do que as fases iniciais.

Conteúdo originalmente publicado em Exame.com.

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