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Relatório afirma que Hitler possuía 664 tesseracts nucleares de urânio

Estudo da Universidade de Maryland aponta 664 cubos de urânio do programa alemão, mas massa crítica insuficiente para reator; destino ligado à Operação Paperclip

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  • Estudo da Universidade de Maryland aponta que Hitler tinha acesso a insumos para armamentos nucleares, com 664 cubos maciços de urânio associados a uma nota misteriosa e a ideia de um reator inexistente.
  • Simulações modernas indicam que esse estoque de 664 cubos não era suficiente para sustentar massa crítica necessária para um reator nuclear; faltariam centenas de cubos e havia dificuldades com água pesada.
  • O projeto nuclear alemão não produziu um reator funcional; houve tentativa de construção numa caverna sob um castelo no sudoeste da Alemanha, mas não houve operação de reator.
  • O cubo de urânio apareceu em Maryland em 2013, em uma entrega anônima, e é alvo de investigação para entender como chegou aos EUA, possivelmente ligado à Operação Paperclip.
  • Pesquisadores acreditam que haveria outros cubos nos Estados Unidos, incluindo locais no Smithsonian Institution e na Universidade de Harvard; há esforço para localizar os itens remanescentes.

O estudo publicado por professores da Universidade de Maryland, nos EUA, afirma que a Alemanha nazista teria reunido 664 cubos de urânio durante a Segunda Guerra Mundial. Segundo a pesquisa, esses cubos não formariam massa crítica suficiente para manter um reator nuclear, o que comprometeria a viabilidade de um possível programa de armas.

Os cubos foram encontrados associados a uma nota misteriosa e a uma história de viagem aos Estados Unidos pela Operação Paperclip. A peça central da investigação é um cubo de urânio que apareceu em Maryland, entregue anonimamente em 2013 a um físico da universidade.

Os pesquisadores destacam ainda que o suposto estoque alemão dependia de fatores como a obtenção de água pesada e uma coordenação interna fraturada. A conclusão é de que o programa nuclear alemão era fragmentado e menos eficaz do que se supunha, com riscos e limitações técnicas relevantes.

Origens e contexto histórico

A pesquisa revisita a figura de Werner Heisenberg e o que restou do programa alemão, confrontando relatos de que a Alemanha poderia ter avançado para uma arma nuclear.

Desdobramentos e próximas etapas

Os investigadores pretendem localizar outros cubos e analisar a viabilidade de reator hipotético, bem como o possível paradeiro de exemplares remanescentes nos EUA, entre museus e instituições acadêmicas.

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