- Depósitos em garrafas de vinho podem ocorrer em vinhos brancos ou tintos, jovens ou velhos, e nem sempre comprometem o consumo.
- Se o depósito for de cristais brancos, trata-se de bitartrato de potássio, resultado da precipitação do ácido tartrônico; pode acontecer em todos os vinhos, mas é mais visível em brancos e não afeta a saúde nem o sabor.
- Em vinho tinto jovem não filtrado, pode haver um leve depósito de cor marrom‑vermelha, formado por sólidos que se sedimentaram na garrafa.
- Vinhos tintos com vinte anos ou mais podem apresentar depósitos escuros; a cor pode ficar mais pálida, tendendo ao brick, marrom ou âmbar, com o depósito ocupando o lado da garrafa se ela ficou deitada por muito tempo.
- Para retirar o depósito, faça um decantado suave: mantenha a garrafa em pé num local frio para sedimentar, abra com cuidado, retire a cápsula, use um saca‑rolhas e verta lentamente para uma carrafa sob iluminação forte, parando quando o depósito chegar ao colar.
O depósito em garrafas de vinho pode ocorrer em diferentes tipos de vinho, tanto tintos quanto brancos, e em safras jovens ou antigas. Em alguns casos, o depósito até é degustável, sem comprometer a bebida.
Quando o depósito é composto por cristais brancos, trata-se de bitartrato de potássio, resultado da precipitação do ácido tartrico em forma cristalina. Presente naturalmente no vinho, ele aparece em temperaturas abaixo de -5 °C.
Essa formação pode ocorrer em qualquer vinho, sendo mais visível em brancos. Esses cristais não afetam a saúde nem o sabor da bebida. Em vinhos jovens tintos não filtrados, pode haver um leve depósito de cor marrom-avermelhada.
Em vinhos tintos com vinte anos ou mais, podem surgir depósitos de plaquetas escuras. A cor do vinho tende a clarear e assumir tons que se aproximam do brick, marrom ou âmbar. O depósito fica ao longo do lado da garrafa quando armazenada deitada.
Para remover o depósito, recomenda-se um decantamento suave. Primeiro, a garrafa deve ficar em pé em local fresco para sedimentar por horas. Depois, abre-se com cuidado, removendo a cápsula e, se necessário, usando um saca-rolhas.
O vinho é vertido lentamente para uma carrafa, aproveitando a claridade sob iluminação intensa para evitar o sedimento. O processo deve parar quando o depósito chega ao ombro da garrafa. A carafe deve ser tampada para evitar oxidação em vinhos mais velhos.
Receba o líquido com delicadeza e observe a evolução do sedimento. Em alguns casos, pode-se retomar o serviço após uma breve pausa para extrair mais do precioso líquido. O depósito, embora visualmente menos atraente, pode ter sabor agradável em determinadas situações.
Entre na conversa da comunidade