- O TDAH pode começar em qualquer idade, não apenas na infância.
- Os principais sinais são desatenção, hiperatividade e impulsividade, com dificuldade de gerenciar o tempo, procrastinação e impulsividade emocional.
- O tema é apresentado pelo psiquiatra Marco Antônio Abud, do Instituto de Psiquiatria da USP e do Centro Ibirapuera de Neurociência Aplicada.
- A Universidade de São Paulo busca voluntários para avaliar o impacto de condições socioeconômicas na conexão biológica entre o TDAH e o rendimento educacional.
- Para participar, é necessário ter mais de 18 anos e morar na Região Metropolitana de São Paulo; interessados devem enviar e-mail para tdahbrasil@usp.br.
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) pode surgir em qualquer idade, inclusive na vida adulta. Suas características principais são desatenção, hiperatividade e impulsividade, com frequentes dificuldades de gestão do tempo, procrastinação e instabilidade emocional.
Especialista ouvido pela reportagem explica que o TDAH não é exclusivo de crianças. Marco Antônio Abud, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria da USP e membro do CINA, ressalta que o transtorno pode se manifestar ao longo da vida.
O Instituto de Ciências Biomédicas da USP está recrutando voluntários para avaliar o impacto de condições socioeconômicas na conexão biológica entre TDAH e rendimento educacional. Podem participar pessoas com ou sem TDAH, com mais de 18 anos, residentes na Região Metropolitana de São Paulo. A participação ocorre mediante envio de e-mail para tdahbrasil@usp.br.
Participação e critérios
Podem se candidatar adultos acima de 18 anos, moradores da RM de São Paulo, com ou sem diagnóstico de TDAH. O objetivo é entender como fatores socioeconômicos influenciam a relação entre o transtorno e o desempenho escolar.
Como participar
Interessados devem enviar um e-mail para tdahbrasil@usp.br. O contato serve para entender elegibilidade, próximos passos e cronograma do estudo. A apuração dos resultados depende de voluntários que atendam aos critérios.
Entre na conversa da comunidade