- Otite média é comum em crianças, com maior incidência nelas, principalmente em menores de dois anos, segundo estudos.
- A principal causa é a anatomia das tubas auditivas, mais curtas e horizontais, aliada à imunidade ainda em desenvolvimento.
- À medida que crescem, as tubas ficam mais verticais e o sistema imunológico se fortalece, reduzindo a frequência de otite média.
- Dicas de prevenção: mãos limpas, evitar fumaça de cigarro perto da criança, amamentação, vacinação atualizada, evitar contato com pessoas doentes e manter higiene nasal.
- O Hospital Paulista de Otorrinolaringologia é referência no atendimento de ouvido, nariz e garganta desde 1974, com suporte 24 horas.
Dor de ouvido é comum entre crianças, com maior frequência de otite média, inflamação ou infecção na orelha média. A condição costuma ser menos comum em adultos.
A otorrinolaringologista Dra. Bruna Assis, do Hospital Paulista, afirma que estudos confirmam a maior incidência entre crianças. Em especial nos menores de 2 anos, a otite média é mais frequente e diminui com a idade.
Segundo a médica, a anatomia infantil explica o problema: as tubas auditivas são mais curtas e horizontais, facilitando a passagem de germes para a orelha média. O sistema imunológico em desenvolvimento também aumenta a vulnerabilidade.
Conforme a Dra. Bruna, à medida que crescem, as tubas auditivas tornam-se mais verticais e o sistema imune se fortalece, reduzindo as ocorrências de otite média.
Para reduzir episódios, seguem recomendações práticas:
1. Mantenha as mãos limpas, principalmente antes de tocar o rosto da criança.
2. Evite fumar perto da criança para prevenir infecções respiratórias associadas.
3. Amamente, pois o leite materno fortalece a imunidade.
4. Garanta a vacinação em dia, especialmente pneumocócica.
5. Evite contato da criança com pessoas doentes sempre que possível.
6. Higienize as vias nasais e ensine a assoar o nariz corretamente.
7. Não permita que a criança durma com mamadeira, para evitar refluxo.
8. Procure um médico se houver sinais de infecção respiratória superior, dor de ouvido, febre ou congestão.
Sobre o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia, fundado em 1974, a instituição ressalta atuação integrada em ouvido, nariz e garganta, com reforço em fonoaudiologia, alergia respiratória, distúrbios do sono e cirurgia cérvico-facial. O hospital mantém centro diagnóstico completo e atendimento 24 horas.
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