- A krill é a base da cadeia alimentar na Antártida; barcos de pesca operam em grandes frotas, disputando o krill com baleias, pinguins e focas.
- Em julho de 2023, reportagem mostrou pescarias com arrastos no meio de um enorme cardume de baleias, gerando preocupações sobre ferimentos ou competitividade por alimento.
- Em dezembro de 2024, duas embarcações norueguesas e uma chinesa foram avistadas pescando krill na região, com a chinesa perto de baleias-jubarte se alimentando.
- Especialistas dizem que a pesca de krill vem aumentando; Rússia planeja voltar a pescar e a China pretende ampliar a atividade, mas ainda não há um plano de manejo atualizado nem áreas protegidas definidas.
- O principal temor é que barcos foquem nos cardumes mais densos, dificultando a alimentação das baleias durante o verão austral; há divergência entre organizações sobre riscos reais versus afirmações de baixo risco.
Além de dependerem de krill, base da cadeia alimentar na Antártica, várias espécies de vida selvagem como pinguins, focas e baleias são impactadas pela pesca industrial do crustáceo. Navios de arrasto visam grandes criadouros de krill, o que pode colocar os animais em risco.
Pesquisadores destacam que baleias competem pelo mesmo recurso que as frotas, especialmente pelos cardumes mais densos de krill. A observação é de que barcos e baleias perseguem o mesmo objetivo, os maiores concentrações de krill disponíveis.
Em dezembro de 2024, relatos indicaram a presença de dois cargueiros noruegueses e um chinês operando na região, com a embarcação chinesa próxima a baleias-jubatã em alimentação. Aumento na atividade ocorre sem um acordo de gestão atualizado.
Especialistas apontam que a falta de um plano de manejo renovado amplia a emissão de licenças e a área de atuação da pesca de krill. Relatos de observação indicam maior número de embarcações no horizonte em comparação com o ano anterior.
A preocupação central é que a pesca de krill, especialmente nos meses de verão antártico, reduz a disponibilidade de alimento para baleias, que passam o inverno migrando para regiões mais quentes para reprodução. Baleias-paying dependem de krill em várias fases do ciclo anual.
Organizações ligadas ao setor defendem que a pesca é realizada de forma precavida, com limitações da biomassa extraída. Entretanto, há registros de incidentes envolvendo baleias atingidas ou feridas em malhas de pesca, conforme reportagens de agências internacionais.
contextos e dados adicionais indicam que a população de baleias-jubarte tem apresentado recuperação global, o que contrasta com a pressão continuada sobre krill e a necessidade de gestão que minimize impactos ecológicos.
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