Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Biomédica com câncer destaca qualidade de vida proporcionada pelo tratamento

Mulher enfrenta câncer de mama metastático e busca exames genéticos para avaliar risco de transmissão à filha.

Fernanda Freitas da Silva, 41 anos, foi diagnosticada com câncer de mama metastático aos 28 anos (Foto: Maria Isabel Oliveira)
0:00
Carregando...
0:00
  • Uma mulher foi diagnosticada com câncer de mama metastático aos 28 anos, após perceber uma alteração em um nódulo benigno.
  • O diagnóstico confirmou um carcinoma ductal invasivo, resultando em cirurgia conservadora e tratamento agressivo.
  • O câncer, classificado como HER2 positivo, se espalhou para o fígado, esterno e costela esquerda, levando a paciente a iniciar quimioterapia e terapia-alvo.
  • Após um ano, a terapia foi ajustada, mas a mulher continuou o tratamento por mais de uma década, enfrentando efeitos colaterais e menopausa química.
  • Ela decidiu realizar exames genéticos para avaliar o risco de transmissão da doença à sua filha, destacando a importância do apoio familiar durante a luta contra o câncer.

Uma mulher diagnosticada com câncer de mama metastático aos 28 anos compartilha sua trajetória de luta e superação. Em 2013, após um autoexame, ela percebeu que um nódulo benigno havia mudado. A biópsia confirmou um carcinoma ductal invasivo, levando a uma cirurgia conservadora e a um tratamento agressivo.

O câncer, classificado como HER2 positivo, se espalhou para o fígado, esterno e costela esquerda. A paciente iniciou quimioterapia e terapia-alvo, enfrentando efeitos colaterais severos, como perda de cabelo e imunidade baixa. Após um ano, a terapia-alvo foi ajustada, mas a mulher continuou o tratamento por mais de uma década, agora com bloqueio hormonal devido a uma hepatite medicamentosa.

A menopausa química, resultado do tratamento, trouxe desafios adicionais, como calorões e oscilações de humor. Apesar das dificuldades, ela encontrou formas de lidar com os sintomas, praticando atividades físicas e buscando apoio emocional. A mulher também decidiu realizar exames genéticos para entender o risco de transmissão da doença à sua filha.

O câncer de mama é o tumor maligno mais comum no Brasil, com 74 mil novos casos esperados em 2023. A incidência entre mulheres jovens tem aumentado, passando de 7,9% em 2009 para 21,8% em 2020. O diagnóstico precoce e os avanços nos tratamentos têm melhorado as taxas de cura, que podem chegar a 95% quando a doença é detectada precocemente.

A evolução dos tratamentos, como a terapia anti-HER2, tem proporcionado melhores resultados, mesmo em casos avançados. Especialistas destacam que a abordagem multidisciplinar no tratamento do câncer de mama tem sido fundamental para aumentar a qualidade de vida das pacientes e prolongar a sobrevida.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais