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Goldman Sachs inova ao contratar IAs como engenheiras de programação no banco

Goldman Sachs integra Devin, IA engenheira, para aprimorar eficiência e reduzir desperdícios no setor bancário sob supervisão humana.

Mão robótica acertando dardo em alvo (Foto: Catarina Pignato/Folhapress)
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  • O Goldman Sachs anunciou a contratação de Devin, o primeiro modelo de inteligência artificial a atuar como engenheiro em um banco tradicional.
  • Devin foi desenvolvido pela startup Cognition e tem como objetivo otimizar processos e aumentar a eficiência no setor financeiro.
  • O vice-presidente de tecnologia do Goldman Sachs, Marco Argenti, afirmou que Devin funcionará como um novo colaborador, inicialmente substituindo algumas tarefas de programadores.
  • Durante a fase de testes, o trabalho da IA será supervisionado por profissionais humanos, com potencial para expansão futura.
  • A Cognition, responsável pelo desenvolvimento de Devin, foi avaliada em US$ 4 bilhões após receber investimentos significativos, incluindo um aporte do Founders Fund, de Peter Thiel.

O Goldman Sachs anunciou a contratação de Devin, o primeiro modelo de inteligência artificial a atuar como engenheiro em um banco tradicional. A novidade foi revelada na semana passada e marca um passo significativo na integração de IA no setor financeiro. Devin, desenvolvido pela startup Cognition, foi projetado para otimizar processos e aumentar a eficiência, atuando sob supervisão humana.

Marco Argenti, vice-presidente de tecnologia do Goldman, destacou que Devin funcionará como um novo colaborador, inicialmente substituindo algumas tarefas realizadas por programadores. Durante a fase de testes, o trabalho da IA será monitorado por profissionais humanos, com a possibilidade de expansão do uso da tecnologia, que pode chegar a milhares de unidades.

O funcionamento de Devin envolve a recepção de tarefas, seguida pela elaboração de um plano de ação. A IA tenta executar o plano, identifica falhas, pesquisa soluções e corrige os erros até alcançar um resultado satisfatório. Essa abordagem promete não apenas aumentar a produtividade, mas também reduzir desperdícios, uma vez que Devin sinaliza sua confiança antes de iniciar uma tarefa, ajudando a evitar tentativas infrutíferas.

A Cognition, responsável pelo desenvolvimento de Devin, foi avaliada em US$ 4 bilhões após receber investimentos significativos, incluindo um aporte do Founders Fund, de Peter Thiel. A startup, composta por fundadores com histórico em competições de programação, busca revolucionar o mercado com soluções autônomas que podem transformar a forma como as empresas operam.

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