- O uso de whey protein entre crianças gera discussões entre pais e especialistas.
- A nutricionista Daniela Meira afirma que o suplemento não é necessário na infância.
- Ela destaca a importância de uma alimentação equilibrada e natural, com fontes de proteína como leite, ovos, carnes e leguminosas.
- O whey protein deve ser considerado apenas em casos específicos, como dificuldade em atingir a ingestão proteica adequada ou desnutrição.
- Meira recomenda que o uso de suplementos seja sempre avaliado por profissionais de saúde.
O uso de whey protein entre crianças tem gerado discussões entre pais e especialistas. A nutricionista Daniela Meira, do programa Mais Você, esclarece que o suplemento não é necessário na infância, enfatizando a importância de uma alimentação equilibrada.
Com a popularização do whey protein, especialmente entre atletas e influenciadores digitais, muitos pais se questionam sobre a possibilidade de incluir esse suplemento na dieta de seus filhos. Meira destaca que o uso do whey deve ser considerado apenas em situações específicas, como a dificuldade em atingir a ingestão proteica adequada por meio da alimentação convencional ou em casos de desnutrição.
A nutricionista ressalta que não existe uma idade mínima para o uso de suplementos, mas sim critérios clínicos que devem ser avaliados por profissionais de saúde. “O uso de whey não é obrigatório, nem rotineiro, na infância”, afirma Meira. Ela recomenda que a prioridade seja sempre uma dieta variada, com fontes naturais de proteína, como leite, ovos, carnes e leguminosas.
Necessidade Nutricional
Meira também compartilha dados sobre a ingestão diária recomendada de proteína para crianças. Por exemplo, uma criança de 6 anos com 20 quilos precisa, em média, de 19 gramas de proteína por dia, quantidade que pode ser facilmente alcançada com alimentos naturais. Um ovo, um copo de leite e uma porção de feijão já somam uma boa parte dessa meta.
A nutricionista conclui que o uso de suplementos, como o whey protein, deve ser avaliado com cautela e sempre sob orientação médica. Suplementos vitamínicos e minerais também devem ser prescritos com base em exames e sinais clínicos, evitando o uso indiscriminado.
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