- A família Stenberg participa da “Semana do Pastor” na Finlândia, um programa que permite a cidadãos cuidarem de ovelhas em áreas remotas.
- A fazenda onde estão hospedados fica em uma ilha do Parque Nacional Isojarvi, acessível apenas por barco ou a pé.
- O programa visa aumentar a conscientização sobre a preservação de biótopos tradicionais, ameaçados pela redução de pequenas propriedades rurais.
- Neste verão, a Metsahallitus recebeu 12.764 inscrições para 158 semanas de pastoreio, com custos entre € 400 e € 670.
- Os participantes, que precisam saber viver de forma independente na natureza, relatam que a experiência proporciona desconexão e tranquilidade.
A família Stenberg está aproveitando a “Semana do Pastor”, um programa na Finlândia que permite a cidadãos cuidarem de ovelhas em áreas remotas, promovendo a preservação de ecossistemas tradicionais. Localizada em uma ilha do Parque Nacional Isojarvi, a fazenda onde estão hospedados é acessível apenas por barco ou a pé. Este programa visa conscientizar sobre a importância dos biótopos tradicionais, que estão ameaçados pela redução de pequenas propriedades rurais e mudanças nas práticas agrícolas.
Durante a estadia, a família Stenberg, que inclui os filhos Fia e Hugo, de 2 e 4 anos, alimenta as ovelhas e garante que estejam saudáveis. Leena Hiltunen, especialista da Metsahallitus, destaca que o pastoreio é essencial para manter a biodiversidade, já que a vegetação local era historicamente mantida por esses animais. Atualmente, menos de 1% das paisagens tradicionais da Finlândia permanece intacta.
Neste verão, a Metsahallitus recebeu 12.764 inscrições para as 158 semanas de pastoreio disponíveis, com custos variando entre € 400 e € 670. A acomodação é simples, em cabanas rústicas, sem água encanada ou eletricidade. Oona Stenberg, fisioterapeuta, comenta que a experiência é enriquecedora e proporciona um verdadeiro descanso da vida cotidiana.
Os participantes são finlandeses, pois é necessário saber como viver de forma independente na natureza. A família Stenberg relata que a desconexão com a tecnologia e a imersão na natureza trazem uma sensação de calma e tranquilidade. A pequena fazenda, que funcionou até 1989, agora serve como um espaço para experiências que conectam as pessoas à natureza e à tradição do pastoreio.
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