- Um menino sofreu queimaduras de segundo grau após contato com a planta Heracleum mantegazzianum, conhecida como “giant hogweed”, em Newcastle upon Tyne.
- O incidente ocorreu enquanto ele colhia flores a caminho da creche.
- A mãe percebeu que algo estava errado quando o menino começou a chorar e a segurar o dedo no ar.
- Ele foi tratado no Hospital Distrital de South Tyneside, onde a queimadura foi diagnosticada e drenada.
- O menino precisará usar protetor solar fator 50 na área afetada, pois a planta pode causar danos duradouros à pele.
Um menino de três anos, Brooklyn Bone, sofreu queimaduras de segundo grau após contato com a planta Heracleum mantegazzianum, conhecida como “giant hogweed”. O incidente ocorreu em Newcastle upon Tyne, quando o garoto estava colhendo flores a caminho da creche. A mãe, Hether Irving, relatou que, após apenas alguns minutos de exposição, uma bolha grande e dolorosa se formou em seu dedo.
No dia seguinte ao contato, a bolha aumentou de tamanho e ficou cheia de pus. Hether percebeu que algo estava errado quando Brooklyn começou a chorar e a segurar o dedo no ar. O menino foi levado ao Hospital Distrital de South Tyneside, onde os médicos suspeitaram da planta tóxica. A seiva da “giant hogweed” é conhecida por causar queimaduras graves ao entrar em contato com a pele e ser exposta ao sol, pois inibe a proteção natural do corpo contra os raios UV.
Tratamento e Cuidados
No hospital, o dedo de Brooklyn foi drenado e ele foi encaminhado à unidade de queimados do Royal Victoria Infirmary. O diagnóstico foi de queimaduras de segundo grau, e os médicos informaram que a cicatrização pode levar até quatro semanas. Hether destacou que as trocas de curativo foram dolorosas, mas elogiou a equipe de enfermagem.
Além da dor imediata, o menino pode enfrentar riscos de danos duradouros. Os médicos alertaram que a sensibilidade da pele ao sol pode persistir por anos, e Brooklyn precisará usar protetor solar fator 50 na área afetada. A mãe fez um apelo aos pais para que não deixem seus filhos tocarem em plantas que parecem inofensivas, ressaltando a gravidade do incidente.
Perigos da Planta
Originária do Cáucaso, a Heracleum mantegazzianum foi introduzida no Reino Unido em 1817 como planta ornamental, mas se espalhou de forma descontrolada. Em 2015, Mike Duddy, da Mersey Basin Rivers Trust, classificou-a como a planta mais perigosa da Grã-Bretanha. O caso de Brooklyn destaca a necessidade de conscientização sobre os riscos associados a essa planta, que pode causar ferimentos graves em pouco tempo.
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