- Um bebê se tornou uma celebridade local após morder e matar uma cobra venenosa que o atacou em seu quintal na vila de Mohchi Bankatwa, no estado de Bihar, Índia.
- O incidente ocorreu em 24 de julho, enquanto o menino brincava e a cobra, de aproximadamente um metro, se enrolou em seu braço.
- A avó do menino relatou que ele agarrou o réptil e o mordeu.
- Após o ataque, o menino desmaiou e foi levado ao hospital, onde chegou com o rosto inchado.
- Médicos informaram que, apesar da gravidade, tanto o menino quanto outro paciente que também havia sido picado sobreviveram.
Um bebê de 1 ano, Govind Kumar, se tornou uma celebridade local após morder e matar uma cobra venenosa que o atacou em seu quintal na vila de Mohchi Bankatwa, no estado de Bihar, Índia. O incidente ocorreu no dia 24 de julho, enquanto o menino brincava. A cobra, de aproximadamente um metro, se enrolou em seu braço, e a mãe não percebeu o ataque imediatamente.
A avó de Govind, Matisari Devi, relatou que o menino agarrou o réptil e o mordeu. Após o ataque, Govind desmaiou e foi levado às pressas ao hospital, onde chegou com o rosto inchado. O médico Kumar Saurabh informou que, apesar da gravidade da situação, tanto Govind quanto outro paciente infantil que também havia sido picado sobreviveram. O caso do bebê é considerado raro, pois, geralmente, o veneno da cobra pode ser fatal.
Contexto das Picadas de Cobra na Índia
A Índia é conhecida como a “capital mundial das picadas de cobra”, com cerca de 300 espécies de cobras, das quais mais de 60 são venenosas. Entre 2000 e 2019, o país registrou uma média de 58 mil mortes anuais por picadas, com os estados de Bihar e Uttar Pradesh sendo os mais afetados. Durante a temporada de monções, o número de ataques tende a aumentar, já que as cobras se tornam mais ativas.
O médico Duvakant Mishra, chefe do hospital onde Govind foi tratado, destacou que o veneno da cobra geralmente entra na corrente sanguínea ao morder um humano, enquanto a mordida de um humano em uma cobra pode neutralizar o veneno no sistema digestivo. Apesar da recuperação do menino, o caso ressalta a necessidade de conscientização sobre os riscos de picadas de cobra, especialmente em áreas rurais onde o acesso a cuidados médicos é limitado.
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