- Liv Strömquist lançará sua nova obra “A Astrologia de Liv Strömquist” na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) no dia 1º de setembro.
- O livro analisa a relação entre astrologia e cultura contemporânea, incluindo críticas de pensadores como Theodor Adorno.
- A quadrinista destaca personalidades como Cher, Elizabeth II e Melania Trump, todas do signo de Touro, e suas características associadas.
- Strömquist observa o aumento da popularidade da astrologia, especialmente entre os jovens, e critica o uso de inteligência artificial para previsões astrológicas.
- A obra, com 184 páginas, está disponível por R$ 99,90 e explora a interseção entre o místico e o cotidiano.
Liv Strömquist, quadrinista sueca, lançará sua nova obra “A Astrologia de Liv Strömquist” na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) nesta sexta-feira, 1º de setembro. O livro explora a relação entre astrologia e cultura contemporânea, abordando críticas de pensadores como Theodor Adorno.
A obra destaca figuras conhecidas como Cher, Elizabeth II e Melania Trump, todas do signo de Touro, e discute como essas personalidades refletem características típicas do signo, como persistência e firmeza. Strömquist, que nasceu sob o signo de Aquário, não se posiciona claramente sobre a validade da astrologia, mas busca traçar paralelos divertidos entre os astros e as personalidades humanas.
Em sua pesquisa, a quadrinista observa que a astrologia tem se tornado cada vez mais popular, especialmente entre os jovens. Ela menciona que, enquanto antes as previsões astrológicas eram lidas em jornais, hoje muitos recorrem à inteligência artificial para obter insights astrológicos. Strömquist critica essa tendência, afirmando que a IA não pode oferecer conteúdo novo e sugere que as pessoas voltem a usar métodos tradicionais, como cartas de tarô.
Críticas e Reflexões
A obra também incorpora críticas de sua mãe e de Adorno, que questionam a categorização das pessoas com base em signos. A quadrinista reflete sobre a persistência do interesse pela astrologia, mesmo séculos após o Iluminismo. Em um capítulo intitulado “Tá Bom, Mãe!”, ela investiga a atração que muitos sentem pela astrologia, mesmo que essa prática seja vista como uma forma de “pseudorracionalidade” na cultura de massa.
Strömquist, que já abordou temas como autoimagem feminina e amor em tempos capitalistas em suas obras anteriores, utiliza sua nova HQ para explorar a interseção entre o místico e o cotidiano. O livro, com 184 páginas, está disponível por R$ 99,90 e promete trazer uma visão crítica e divertida sobre a influência dos astros nas vidas das pessoas.
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