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Insper lança programa para fortalecer a resiliência climática nas cidades

Insper promove programa para unir setores na adaptação climática das cidades brasileiras, visando soluções práticas e redução de perdas econômicas

MUDANÇAS CLIMÁTICAS - Insper: investe na produção dirigida de conhecimento (Foto: Veja Saúde/VEJA)
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  • O Insper lança o programa Cidade +2°C no dia cinco de dezembro.
  • O objetivo é desenvolver soluções de adaptação climática nas cidades brasileiras.
  • A iniciativa busca unir governo, academia e sociedade civil para enfrentar os desafios das mudanças climáticas.
  • O evento inaugural terá a presença de André Corrêa do Lago, presidente da COP30, e Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo.
  • O programa será coordenado por Élcio Batista e contará com a produção de conhecimento para identificar vulnerabilidades e propor soluções.

O Insper lança o programa Cidade +2°C no dia 5 de dezembro, com o objetivo de promover soluções de adaptação climática nas cidades brasileiras. A iniciativa busca unir governo, academia e sociedade civil para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas, que já causam prejuízos significativos.

O evento inaugural, intitulado “Cidade +2°C: adaptação urbana, risco climático e financiamento em um mundo em aquecimento”, contará com a presença de figuras importantes como André Corrêa do Lago, presidente da COP30, e Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo. O programa será coordenado por Élcio Batista, que destaca a necessidade de colaboração entre diferentes setores para enfrentar a crise climática.

Alocado no Centro de Estudos das Cidades do Laboratório Arq.Futuro, o programa irá desenvolver modelos preditivos e ferramentas digitais, além de promover eventos com especialistas. A proposta é que a iniciativa envolva diversas áreas do Insper, desde arquitetura até políticas públicas, para abordar a segurança e as mudanças climáticas de forma integrada.

A produção de conhecimento será essencial para identificar vulnerabilidades e propor soluções baseadas em evidências científicas. O foco será também em reduzir perdas econômicas e aproximar a sociedade de medidas práticas que podem ser adotadas no dia a dia, especialmente em comunidades mais vulneráveis.

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