Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Maior banco de células do Brasil avança ciência sem testes em animais

BCRJ impulsiona ciência sem testes em animais após nova lei

(BCRJ/Divulgação)
0:00
Carregando...
0:00
  • O Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ), fundado em 1980, é uma instituição crucial para a pesquisa biomédica no Brasil.
  • Recentemente, o BCRJ tem se destacado por promover a ciência sem testes em animais, especialmente após a lei de 2025 que proíbe o uso de animais em testes de cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes.
  • A instituição utiliza técnicas de criopreservação, armazenando células a cerca de -150 ºC em nitrogênio líquido, para que permaneçam viáveis e estáveis por décadas.
  • Essas células são usadas para testar vacinas, medicamentos e cosméticos, substituindo o uso de animais.
  • O BCRJ é a única coleção de células humanas e animais que atua como prestadora de serviços no Brasil e está registrado na Federação Mundial para Coleções de Culturas (WFCC).

Banco de Células do Rio de Janeiro avança na ciência sem testes em animais

O Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ), criado em 1980, tem se destacado como uma instituição fundamental para a pesquisa biomédica no Brasil. Recentemente, a instituição tem impulsionado a ciência sem testes em animais, especialmente após a lei sancionada em julho de 2025, que proíbe o uso de animais em testes de cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes.

Inovação e ética

O BCRJ já vinha desenvolvendo métodos alternativos e agora busca expandir essa prática para outros setores. O banco utiliza técnicas de criopreservação, armazenando células a cerca de -150 ºC em nitrogênio líquido, para que permaneçam viáveis e estáveis por décadas. Essas células são usadas para testar vacinas, medicamentos e cosméticos, substituindo o uso de animais.

Impacto da lei

A lei de 2025, que proíbe o uso de animais em testes de cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes, representa um marco importante. O BCRJ já vinha se antecipando a esse cenário, desenvolvendo testes de eficácia e segurança que a legislação exige para qualquer produto. A instituição trabalha com metodologias alternativas normatizadas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) e pela Organização Internacional para Padronização (ISO).

Desafios e perspectivas

Apesar da existência de métodos alternativos validados internacionalmente, a aplicação prática dessas regras esbarra na falta de fiscalização. O BCRJ enfrenta o desafio de expandir seus projetos, mas a falta de financiamento estável é um obstáculo significativo. O banco sobrevive com recursos próprios, mas a expansão fica comprometida.

Importância para a pesquisa

O BCRJ é a única coleção de células humanas e animais que atua como prestadora de serviços no Brasil. Está registrado na Federação Mundial para Coleções de Culturas (WFCC) e integra a rede internacional de biobancos da Organização Mundial de Saúde (OMS). O banco coleta principalmente restos cirúrgicos que seriam descartados, como fragmentos de pele de prepúcio, cordões umbilicais ou pedaços de osso removidos em cirurgias.

Futuro da ciência

O BCRJ demonstra que é possível fazer ciência de ponta no Brasil. Para o presidente da instituição, essas coleções são pilares da ciência e servem como um componente essencial de infraestrutura científica para as áreas da biotecnologia e das ciências da vida. Sem o BCRJ, pesquisas podem ser atrasadas, inviabilizadas ou encarecidas.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais