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Brasil mantém liderança global na busca por novos tratamentos para dengue

Brasil volta a assumir protagonismo no combate à dengue em seminário Sul-Sul, destacando cooperação internacional e expansão de diagnósticos, vacinas e antivirais

Foto: Zeca Miranda/MS
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  • O seminário Aliança Dengue – Cooperação Sul-Sul na Busca por Tratamentos contra a Dengue aconteceu em Brasília no dia 26, reunindo especialistas para debater tratamentos, investimentos e tecnologias e ampliar o acesso a diagnósticos, vacinas e novos antivirais.
  • O encontro, organizado pela DNDi, Fiocruz e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), destacou a cooperação internacional e a integração entre saúde, clima e vigilância diante da expansão de arboviroses.
  • A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, informou que, em 2023, o Brasil registrou cerca de 6,5 milhões de casos de dengue e mais de 6,2 mil mortes, reforçando a necessidade de soluções seguras e com preço acessível.
  • O governo ressaltou avanços como a aprovação da vacina contra dengue pela Anvisa, a fábrica de mosquitos com Wolbachia e o desenvolvimento de novas tecnologias de controle vetorial, além de planejar ampliar diagnósticos e tratamentos.
  • O debate enfatizou a busca por terapias específicas, antiviral e redução de gravidade e mortalidade, reforçando a liderança brasileira e a importância de cooperação Sul-Sul e da agenda Uma Só Saúde.

O seminário Aliança Dengue – Cooperação Sul-Sul na Busca por Tratamentos contra a Dengue ocorreu nesta terça-feira (26) em Brasília. O encontro reuniu especialistas, pesquisadores e autoridades do Sul Global para discutir desafios, investimentos e novas tecnologias de tratamento.

A iniciativa foi organizada pela DNDi, Fiocruz e UFMG. O objetivo é ampliar acesso a diagnósticos, vacinas e antivirais, fortalecendo cooperação internacional e integrando saúde, clima e vigilância diante da expansão das arboviroses.

A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, destacou o cenário complexo da dengue no Brasil e a urgência de soluções acessíveis. Ela lembrou que, em 2023, houve cerca de 6,5 milhões de casos e mais de 6,2 mil mortes.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, enfatizou o compromisso do governo e citou a COP30 como oportunidade para colocar a saúde no centro da agenda climática. Ele mencionou avanços como a vacina contra dengue do Butantan e o uso de mosquitos com Wolbachia.

Cooperação Sul-Sul e avanços tecnológicos

A reunião reforçou o papel do Brasil como parceiro estratégico em pesquisa clínica. A secretária Mariângela Simão ressaltou que a dengue é problema global e que pesquisas devem ser acessíveis a todos os países. O encontro também destacou a integração da iniciativa Uma Só Saúde.

Durante os debates, a diretora Marília Santini mostrou a prioridade estratégica de buscar terapias específicas que reduzam gravidade e mortalidade. Ela ressaltou que, apesar dos avanços em vigilância e vacinação, ainda há lacunas no cuidado clínico.

A participação enfatizou ainda o investimento público na inovação em saúde. Fernanda De Negri, da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação do MS, destacou o apoio a programas como o PAC para o Butantan, além de ampliar testes rápidos e novos diagnósticos.

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