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Avanço da inovação em baterias nos EUA

GM lançará baterias manganês-lítio (LMR) em EVs em 2028, com V2G bidirecional e maior foco na localidade da cadeia de suprimentos na América do Norte

Kurt Kelty (right), vice president of battery, propulsion, and sustainability at General Motors, joined MITEI's William Green at the 2025 MIT Energy Initiative Fall Colloquium. Kelty explained how GM is developing and commercializing next-generation battery technologies.
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  • A General Motors prevê usar baterias de manganês-lítio (LMR) em veículos a partir de dois mil e vinte e oito.
  • As LMR reduzem o níquel e aumentam o manganês, mantendo custo próximo ao das baterias de fosfato de lítio (LFP) e alcance próximo ao de baterias de alto teor de níquel.
  • A empresa trabalha para localizar a cadeia de suprimentos na América do Norte e ampliar aplicações em armazenamento em rede.
  • A pesquisa utiliza inteligência artificial para modelar rapidamente mudanças na composição das células, acelerando o desenvolvimento.
  • A tecnologia de carregamento bidirecional veículo-para-rede (V2G) deve permitir que EVs carreguem à noite e devolvam energia durante o dia.

GM anunciou avanços em baterias de alta performance com foco em reduzir custos, aumentar densidade e intensificar a produção local na América do Norte. A pauta foi discutida no MIT Energy Initiative Fall Colloquium, parte da série MITEI Presents.

A equipe de Kurt Kelty, vice-presidente de baterias, propõe levar tecnologias de próxima geração do laboratório para o mercado. O objetivo central é baratear os veículos elétricos (EVs) mantendo performance, segurança e alcance.

O grupo aponta que as baterias respondem por cerca de 30% do custo de um EV. O caminho envolve reduzir o uso de cobalto e, ao mesmo tempo, melhorar velocidade de carregamento e densidade de energia. A localificação da cadeia de suprimentos também é prioridade.

Baterias de manganês-lítio (LMR)

A GM diz ter encontrado uma solução de baixo custo com LMR, que reduz o teor de níquel e aumenta o conteúdo de manganês. O resultado é custo competitivo com LFP, mantendo alcance próximo ao de baterias de alto níquel. A empresa pretende lançar LMR nos veículos a partir de 2028.

O uso de LMR envolve desafios anteriores de comercialização. A GM afirma ter superado barreiras técnicas para adaptar a química ao ambiente de um EV, abrindo caminho para produção em massa futura.

A proposta é alinhar custo, acessibilidade e velocidade de escala, com o objetivo de tornar a GM pioneira na oferta de LMR no mercado norte-americano.

Expansão da integração tecnológica

A GM também investe em tecnologias de carregamento bidirecional, permitindo que veículos recebam energia da rede e devolvam energia quando necessário. O objetivo é reduzir o custo de energia para o consumidor, com recarga noturna e possível retorno à rede em horários de pico.

Além do transporte, a empresa estuda aplicações de armazenamento em rede, aproveitando a expertise em baterias para atender demanda de grandes centros de dados e infraestrutura crítica. A perspectiva é ampliar o papel das baterias GM no grid.

Kelty ressaltou o otimismo sobre o ecossistema de baterias nos EUA, destacando a necessidade de manufatura local integrada à inovação. A mensagem é de avanço tecnológico aliado a maior independência de suprimentos.

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