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Estudantes do MIT Sea Grant exploram tecnologia e aquicultura offshore na Noruega

Estudantes do MIT em SINTEF Ocean avançam IA para alimentação de peixes e robótica autônoma, fortalecendo fazendas offshore na Noruega

Caption: MIT Sea Grant student intern Beckett Devoe (foreground) looks into one of the net pens at the Singsholmen salmon farm off the island of Hitra in Norway.
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  • Estudantes do MIT, Beckett Devoe e Tony Tang, fizeram estágio na SINTEF Ocean, Trondheim, trabalhando com IA para alimentação de peixes e simulação de um sistema veículo-manipulador submarino.
  • A iniciativa AquaCulture Shock ganhou nova chamada para quatro estudantes, com foco em aprofundar tecnologias de fazenda offshore no verão.
  • No laboratório ACE‑Robotic Lab da SINTEF Ocean, os projetos incluem robótica de aquicultura, sensores ambientais e sistemas autônomos para melhorar alimentação, monitoramento e reparos em redes.
  • A parceria MIT Sea Grant com o programa MIT-Scandinavia MISTI, iniciada em 2023, busca desenvolver soluções robóticas e de automação para aquicultura, com ênfase na interação peixe‑máquina.
  • O MIT Sea Grant está recrutando mais quatro estudantes para estágio na Noruega, com oportunidades em centros como o Field Robotics Lab da NTNU; interessados devem contatar Lily Keyes.

Estudantes do MIT passaram um período em Trondheim, Noruega, para entender tecnologias de fazenda offshore de salmão. Beckett Devoe, de IA, e Tony Tang, de engenharia mecânica, atuaram no SINTEF Ocean. A visita integrou o programa AquaCulture Shock, voltado a ampliar pesquisas na área.

O trabalho ocorreu dentro do ACE-Robotic Lab, laboratório que testa robótica e automação na aquicultura. Devoe usou IA para otimizar alimentação de peixes, analisando variáveis como tamanho e temperatura da água. Tang simulou um veículo-manipulador submarino para manutenção de redes de viveiros.

Segundo especialistas, a Noruega abriga milhares de viveiros ao longo da costa, com alto peso da alimentação nos custos. Equipamentos inclinam a balança entre inspeção, sensores ambientais, e visão computacional para estimar biomassa. A autonomia dos robôs é tema central para ampliar escala.

O programa de intercâmbio é desenvolvido pela MIT Sea Grant em parceria com a MIT-Scandinavia MISTI, com apoio de concessões da National Sea Grant. A iniciativa busca ampliar cooperação com SINTEF Ocean, NTNU e outras instituições para avançar tecnologias em fazendas offshore.

Durante a passagem, os estudantes visitaram o grande viveiro de Singsholmen, na ilha de Hitra, para conhecer operações em grande escala e testar possibilidades de reparo com braço robótico. Eles destacaram a importância de experiências no campo para compreender desafios reais.

A MIT Sea Grant já divulga a seleção de quatro estudantes para o verão, com foco em autonomia, aprendizado profundo, simulação e sistemas submarinos. Interessados devem contatar a coordenação do programa para detalhes e prazos.

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