- Surto de febre suína africana foi detectado em Bellaterra, perto de Barcelona, com zona de exclusão de 6 km.
- Dois porcos foram encontrados mortos e há oito casos potenciais em estudo; autoridades investigam origem.
- Centenas de policiais, agentes de vida selvagem e militares foram mobilizados; ações incluem desinfecção, remoção de animais e uso de drones.
- Hipótese inicial é de origem em carne fria ou produto contaminado que chegou por estrada; ainda não confirmada.
- Espanha é o maior produtor de porco da União Europeia, com exportações anuais em torno de € eight point eight bilhões; autoridades enfatizam medidas para proteger o setor.
A região de Bellaterra, perto de Barcelona, enfrenta a primeira propagação da febre suína africana (ASF) desde 1994 na Espanha. Dois porcos foram encontrados mortos e são avaliados mais oito casos potenciais. Uma zona de exclusão de 6 km foi decretada para impedir a disseminação do vírus.
A operação envolve centenas de agentes, entre policiais, guardas da vida selvagem e militares, com apoio de drones e ações de desinfecção. Técnicos estudam se a origem pode ter vindo de carne fria ou produto alimentício trazido por via rodoviária. Autoridades destacam que a ASF não oferece risco aos humanos.
Medidas e perspectivas
O governo catalão mobilizou 117 integrantes da unidade de emergências militares para desinfecção e remoção de animais. A região também orienta o público a não alimentar javalis e a acionar os serviços de emergência em caso de carcaças. O objetivo é conter o surto e proteger o setor de suínos, crucial para as exportações da Espanha, maior produtora de porco da UE.
O ministro da Agricultura espanhol, Luis Planes, reuniu-se com representantes do setor para alinhar mecanismos de contenção, com foco na manutenção de certificados de exportação e na minimização de impactos econômicos. Espanha exportou parte expressiva de suínos para a UE e mercados fora do bloco, reforçando a importância de contenções rápidas.
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