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Robôs aliviam o esforço físico de trabalhadores de armazéns

Nova versão do sistema entra em produção neste verão, com planos de dois braços e integração ampliada a plataformas de terceiros na logística

The company’s one-armed robots autonomously unload trailers, picking up boxes weighing up to 50 pounds and placing them onto onboard conveyor belts for warehouses of all types.
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  • A Pickle Robot Company desenvolve braços robóticos autônomos para descarregar caminhões, já com clientes como UPS, Ryobi Tools e Yusen Logistics.
  • Os robôs de braço único combinam IA generativa, visão computacional e sensores para pegar caixas de até 50 pounds e transferi-las para as correias internas.
  • O sistema usa o braço fornecido pela gigante alemã de robótica KUKA, montado em base móvel com computação embarcada para navegar autonomamente dentro de caminhões.
  • A empresa produz entre 400 e 1.500 caixas por hora, dependendo do tamanho e peso das caixas, e está planejando uma nova versão do sistema ainda neste verão, além de uma segunda versão com dois braços posteriormente.
  • A meta é ampliar a integração com plataformas de terceiros e ampliar casos de uso na logística, com atuação já crescente em centros de distribuição e na cadeia de suprimentos.

O Pickle Robot Company, startup de Charlestown, Massachusetts, está desenvolvendo braços robóticos para descarregar caminhões e contêineres, usando IA generativa e visão computacional. Clientes atuais incluem UPS, Ryobi e Yusen Logistics. A empresa planeja lançar uma nova versão do sistema ainda neste verão. Além disso, há planos para um modelo de dois braços após essa atualização.

Os fundadores são AJ Meyer, Ariana Eisenstein e Dan Paluska, todos com histórico no MIT. A equipe criou a empresa para enfrentar a alta rotatividade em armazéns e reduzir lesões repetitivas. Os sistemas já operam com sensores, câmeras e software de visão para navegar em ambientes diferentes desde o primeiro dia.

A tecnologia utiliza uma combinação de IA, aprendizado de máquina e hardware adaptado de parceiros industriais, com a robô móvel integrando-se a bases próprias e garras a vácuo para movimentar caixas até a esteira. A produção atual envolve robôs de braço único que manipulam caixas de diversos tamanhos.

Evolução tecnológica

A empresa busca ampliar a integração com plataformas de terceiros e ampliar usos na logística. A meta é conectar robôs de descarregamento com paletizadores e empilhadeiras autônomas, visando maior coordenação na cadeia de suprimentos.

A equipe pretende, ainda, avançar para uma versão com dois braços, aumentando a capacidade de manipulação de itens simultaneamente. O objetivo é otimizar fluxos entre recebimento, armazenamento e expedição.

Planos e cenário de mercado

Com cerca de 130 colaboradores, o Pickle mantém operações em seu espaço de demonstração e laboratório, além de executar projetos piloto com clientes diversos. A empresa aposta na expansão de cases em centros de logística de terceiros nos EUA.

A elevadas demandas do setor impulsionam a busca por soluções de automação que reduzam esforço humano. A companhia vê a automação como parte de uma rede de dispositivos conectados, para acelerar processos desde a origem até a entrega final.

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