- Em Manaus, dois e três de dezembro ocorreu a primeira Oficina Regional de Práticas Clínicas em Saúde da Mulher, abrindo um ciclo nacional de qualificação.
- A formação aborda métodos contraceptivos reversíveis de longa duração, incluindo o DIU de cobre e o novo implante subdérmico de etonogestrel, recentemente incorporado ao SUS.
- Mais de cento e dezesseis profissionais da atenção primária participaram, com envio de implantes e capacitação prática para ampliar o cuidado com autonomia reprodutiva.
- A iniciativa visa fortalecer a saúde sexual e reprodutiva em regiões com barreiras de acesso, reduzindo desigualdades e assegurando o direito ao planejamento reprodutivo.
- Os implantes já foram distribuídos aos estados, e a oferta ao público ocorrerá à medida que as equipes concluírem a capacitação em todas as regiões.
O Ministério da Saúde promove qualificação em saúde da mulher e a incorporação de métodos contraceptivos de longa duração ao SUS, incluindo DIU de cobre e o implante de etonogestrel. Em Manaus, nos dias 2 e 3 de dezembro, ocorreu a primeira Oficina Regional de Práticas Clínicas em Saúde da Mulher, iniciando um ciclo nacional de formação. A ação reuniu profissionais da atenção primária, com foco em ampliar o acesso e fortalecer a autonomia reprodutiva.
A oficina, organizada pela SGTES em parceria com a SAPS, reuniu mais de 100 profissionais, com destaque para equipes do Programa Mais Médicos. O objetivo é padronizar condutas, ampliar o envio de implantes e oferecer prática de inserção e manejo de complicações, fortalecendo a qualidade do atendimento em regiões com barreiras de acesso.
Implantes já enviados e capacitação
Os implantes de etonogestrel já foram distribuídos aos estados, com a oferta aos pacientes condicionada à conclusão da capacitação. Durante dois dias, 116 participantes realizaram atividades teóricas, simulações e discussões de casos clínicos sobre aconselhamento, inserção e retirada de DIU e implante.
Participantes e impactos
Profissionais da saúde da região norte destacaram a importância de ampliar o acesso em áreas ribeirinhas, onde o cuidado é mais restrito. Entre os participantes, médicos de família enfatizaram que a disponibilidade de métodos de longa duração facilita o planejamento reprodutivo. Representantes de educação, saúde municipal e estadual também acompanharam a iniciativa.
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