- O governo, por meio da agência ambiental, pode ter de pagar milhões em taxa de aterro para limpar lixões ilegais, com £4 milhões da taxa embutidos nos £15 milhões destinados à limpeza de Hoads Wood, em Kent.
- Em Wigan, o deputado local cobra a limpeza de 25 mil toneladas de resíduos despejados por criminosos perto de uma escola; a Bolton House Road, em Bickershaw, permanece sem remoção, apesar dos impactos.
- A investigação criminal segue em Wigan, e a agência ambiental afirma usar todas as ferramentas de fiscalização para responsabilizar os envolvidos e tratar o despejo como incidente crítico.
- A cobrança de taxa de aterro é apontada como motivo para a inação diante de lixões graves, com críticas à falta de coordenação entre governo e políticas de combate ao crime de resíduos.
- Autoridades seguem uma parceria multiagência, com atuação da polícia, para acelerar a remoção dos detritos e reduzir riscos à comunidade, como fedor, infestação de ratos e poluição do ar.
O caso persiste de despejo ilegal de resíduos em várias localidades, com custos de limpeza arcados pelo governo. Nações integram ações do Environment Agency (EA) para remover detritos, diante de críticas sobre a taxação de aterro. Em Hoads Wood, Kent, apenas um local recebeu compromisso de limpeza, com 4 milhões de libras em taxa de aterro embutidas num total de 15 milhões de libras destinados à operação.
A investigação sobre despejos ilegais segue em Wigan, com o EA pressionado a agir com rapidez. Em Bolton House Road, Bickershaw, a limpeza está em debate há meses, apesar do impacto sobre crianças e moradores. A Justiça já notificou proprietários e terceiros com interesse no terreno, sob ameaça de ações legais caso não haja remoção.
Investigações e custos
O custo total de limpeza é influenciado pela cobrança do imposto de aterro, estimado em milhões de libras. O EA descreve a situação como incidente crítico e afirma utilizar todos os instrumentos de fiscalização disponíveis para responsabilizar os responsáveis. A prefeitura de Wigan integra parceria multiagência para evitar novas atividades ilícitas e reduzir riscos à vizinhança.
Quem está envolvido
Representantes do EA acompanham as operações no terreno, com apoio da polícia local e da prefeitura. O parlamento local tem recebido cobranças de aliados para que haja maior transparência sobre a escala de criminalidade envolvida na destinação irregular de resíduos. O foco é esclarecer volumes, tipos de resíduos e ações de remoção.
Quando e onde
Além de Wigan, outras áreas enfrentam despejos ilegais, como Hoads Wood em Kent, com custos já descritos. Em julho, o local de despejo de Bolton House Road vivenciou incêndio de nove dias, elevando a gravidade da situação. Ações legais e de fiscalização foram frequentes diante desses episódios.
Por quê
Especialistas apontam que a atividade criminosa na gestão de resíduos rende grandes lucros por meio do imposto de aterro. Organizações criminosas, atraídas pelo faturamento do setor, dificultam a atuação das autoridades e prejudicam comunidades locais com poeira, insetos e mau-cheiro.
Reação das autoridades
O EA afirma manter o foco na responsabilização dos envolvidos e na limpeza do local. Em Bolton House Road, a prefeitura de Wigan reforça que a situação afeta a qualidade de vida dos moradores e solicita urgência na remoção. A parceria entre órgãos busca acelerar o desmonte de despejos ilegais.
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