- O sistema de controle de venenos da Califórnia identificou 21 casos de intoxicação por amatoxinas, possivelmente ligados aos cogumelos death cap; houve uma morte e vários pacientes em estado grave, incluindo ao menos um que pode precisar de transplante de fígado.
- Houve clusters em Monterey e na Área da Baía de San Francisco, com o risco considerado generalizado.
- A temporada chuvosa favorece o crescimento desses cogumelos; autoridades alertam para não forragear cogumelos silvestres.
- Nacionalmente, em 2023 foram registradas mais de 4.500 exposições a cogumelos não identificados, com cerca de metade envolvendo crianças.
- Sintomas costumam surgir em até 24 horas; cor ou sabor não ajudam a identificar toxicidade, e o contato pode buscar orientação pelo telefone de controle de venenos: (800) 222-1222.
O sistema de controle de venenos da Califórnia divulgou 21 casos de intoxicação por amatoxinas ligados a cogumelos silvestres, possivelmente death cap. Uma pessoa adulta morreu e vários pacientes estão em estado grave, com pelo menos um potencial transplante de fígado. Os casos se concentram em Monterey County e na Área da Baía de San Francisco, mas o risco é considerado generalizado.
A gravidade decorre da semelhança entre cogumelos comestíveis e mortíferos no aspecto e no sabor, o que leva à confusão entre espécies. Oficiais alertam para não colher cogumelos silvestres durante a alta temporada de risco e orientam procurar ajuda médica se houver ingestão.
Dados nacionais de 2023 mostram mais de 4.500 exposições a cogumes não identificados, com crianças entre as mais vulneráveis. Cogumelos mortíferos podem provocar dor abdominal, diarreia e vômitos em até 24 horas, com riscos de danos hepáticos posteriores. Contato com o serviço de controle de venenos é (800) 222-1222.
Casos e localização
Casos surgiram após consumo em áreas públicas de parques em Monterey County. Outro grupo de ocorrências ocorreu na região da Bay Area, com laudos indicados pelas autoridades estaduais. A vigilância permanece ativa e as autoridades monitoram desdobramentos clínicos.
A orientação pública segue firme: não consumir cogumelos silvestres, mesmo que pareçam comestíveis, e buscar atendimento imediato em caso de ingestão. Não há evidências de tratamento específico fora do manejo médico de cada paciente.
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