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Vila proíbe animais de estimação para preservar a vida selvagem

Currumbin Ecovillage celebra o 20º aniversário com cerca de 500 moradores, destacando vida comunitária sustentável e planos para fazenda solar e baterias comunitárias

Bill Smart in his garden, one of three cultivation spaces he manages in Currumbin Ecovillage.
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  • Currumbin Ecovillage, na Gold Coast, celebra neste fim de semana o 20º aniversário da fundação; estima-se que cerca de 500 pessoas morem no local.
  • a comunidade proíbe cães e gatos para proteger a fauna nativa; apenas animais de serviço certificados são permitidos no cafe.
  • o vilarejo foi criado como santuário de vida selvagem e corredor para animais, com painéis solares, cisternas de captação de água e jardins comunitários; a estação de tratamento de esgoto foi substituída por uma solução de reuso de água.
  • o desenvolvimento foi impactado pela crise de 2008, quando o incorporador original faliu; planos futuros incluem uma fazenda solar e baterias comunitárias.
  • os moradores colaboram ativamente, com aulas de marcenaria, hortas coletivas e doações para a OzHarvest, reforçando o espírito de convivência e ajuda mútua.

Currumbin Ecovillage, uma comunidade ecológica na Gold Coast, celebra neste fim de semana o seu 20º aniversário. A estimativa de moradores é de cerca de 500 pessoas, sem confirmação oficial. O foco é sustentabilidade, com energia solar, captação de água da chuva e gestão compartilhada.

A propriedade foi criada para ser um santuário de fauna e um corredor ecológico, onde gatos e cães estão proibidos para proteger a vida silvestre local. A comunidade funciona como um espaço intencional, com vizinhança ativa e colaboração entre os residents.

Aniversário e planos futuros

Neste marco, moradores destacam diversidade de perfis, de aposentados a famílias jovens, artistas e profissionais. Planos incluem uma eventual fazenda solar e baterias comunitárias para ampliar a autossuficiência energética.

A história de Currumbin remonta ao pós-crise de 2008, quando a gestão coletiva ganhou força. O projeto reutiliza estruturas existentes, como a antiga usina de laticínios convertida em centro comunitário e biblioteca.

Estrutura e vida em comunidade

O projeto foi desenvolvido para que cada casa tenha fonte própria de energia e água, através de painéis solares e reservatórios. Edifícios recentes seguem padrões de sustentabilidade, ainda que tenham passado por mudanças desde o abandono do primeiro investidor.

Profissionais com atuação em planejamento urbano ajudam a manter o modelo. Rob Doolan, experiente em comunidades intencionais, ressalta que a gestão compartilhada é essencial para o funcionamento.

Operação e atividades diárias

A comunidade realiza atividades como hortas comunitárias e oficinas, com produção de alimentos destinada a organizações de apoio, como OzHarvest. Eventos comunitários semanais fortalecem o vínculo entre moradores.

Apoio mútuo também se vê em ações de acolhimento a famílias novas, com apoio na organização de refeições para recém-nascidos. A vida cotidiana valoriza cooperação, participação e respeito à natureza.

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