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Cegonha-branca retorna a Londres em 2026, marco histórico

Cegonhas brancas voltam a Londres em 2025/2026, com liberação gradual em Dagenham, castores em Eastbrookend e envolvimento comunitário.

White stork chicks hatched successfully for the first time at the rewilding Knepp estate in West Sussex in 2020. Photograph: RA Chalmers Photography/Alamy
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  • Plano de retorno de cegonhas brancas a Londres (Dagenham) em 2025/2026, com um aviário grande próximo ao datacenter e liberação gradual.
  • Beavers serão introduzidos em Eastbrookend em 2027, para favorecer a recuperação de habitats úmidos.
  • Financiamento de £500 mil pelo Green Roots Fund para infraestrutura, cercas e equipes.
  • Criação de um “oficial da cegonha” e envolvimento de escolas e comunidades no monitoramento e convivência com as aves.
  • A iniciativa, ligada à recuperação de cursos d’água e áreas alagadas ao longo do Rom/Beam, faz parte de uma estratégia de rewilding que já teve sucesso em Knepp.

A cidade de Londres receberá, a partir de 2025/2026, o retorno das cegonhas brancas. A iniciativa envolve a criação de um grande aviário próximo a um datacentro em Dagenham, no leste da capital, com liberação gradual das aves. A medida faz parte de um projeto de rewilding urbano.

O London Wildlife Trust coordena a ação, em parceria com o conselho de Barking and Dagenham, com apoio financeiro do Green Roots Fund. O objetivo é reintroduzir espécies carismáticas e ampliar a conectividade verde na cidade.

A entrada de cegonhas está ligada à experiência de Knepp, no condado de West Sussex, onde a reintrodução já ocorre há anos. No Reino Unido, as cegonhas já retornaram a áreas úmidas do rio Tâmisa antes de se tornarem nativas de forma gradual.

Planos e implementação

As primeiras cegonhas criadas em cativeiro ficarão num aviário situado atrás do datacentro. Aos poucos, o teto será aberto para permitir a passagem livre das aves e o estabelecimento de uma população estável.

No entorno, serão restaurados pântanos ao longo do corredor verde Rom/Beam, alimentando ecossistemas locais. Em 2027, a área receberá castores em um cercado amplo, promovendo novos ambientes aquáticos.

Um “oficial da cegonha” trabalhará com escolas e comunidade para monitorar, educar e engajar jovens na observação da fauna. A proximidade com espaços urbanos visa ampliar o engajamento ambiental.

O financiamento soma 500 mil libras, captado pelo Green Roots Fund. O montante sustenta as estruturas dos aviários, as barreiras de contenção para os castores e a equipe de acompanhamento.

Múltiplos agentes sustentam a iniciativa. O comitê municipal de Barking e Dagenham e o London Mayor apoiam a proposta. O projeto busca envolver moradores, escolas e organizações locais.

A proposta não apenas aumenta a presença de aves de grande porte, mas também fortalece a qualidade de vida urbana. A ideia é que o retorno das cegonhas estimule ações contínuas de conservação.

Domínio da região enfatiza que o projeto oferece benefícios educativos e ambientais. As autoridades locais destacam o papel social do acesso à natureza em bairros com população jovem.

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