- Isabel Veloso, 19 anos, foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin aos 15; aos 17 a doença foi considerada incurável e o tratamento foi interrompido.
- Em outubro de 2024, ela retomou o tratamento durante a gestação de 28 semanas, após o câncer voltar e se espalhar aos pulmões; após o parto, iniciou nova etapa do tratamento.
- Na madrugada desta quarta-feira, o pai dela, Joelson Veloso, pediu denúncias sobre uma conta no TikTok que publicava conteúdos difamatórios; a conta foi removida.
- Isabel permanece internada na instituição de terapia intensiva desde o dia 3 de dezembro.
- O perfil do TikTok chegou a publicar que a influenciadora havia morrido, e o pai solicitou que as denúncias derrubassem o conteúdo para cessar as informações falsas.
Isabel Veloso, 19, segue internada na UTI desde o dia 3 de dezembro, após diagnóstico de linfoma de Hodgkin que voltou a avançar para os pulmões. A jovem havia interrompido o tratamento aos 17 anos, retomando-o em outubro de 2024, durante a gestação de 28 semanas, após a doença ter se espalhado.
A mãe e o marido acompanham o quadro clínico, com Isabelle em tratamento que foi retomado no pós-parto. A família descreve a busca por continuidade terapêutica diante da evolução da doença.
Denúncia de conteúdo difamatório
Durante a madrugada de hoje, o pai de Isabel, Joelson Veloso, pediu que seguidores denunciassem uma conta no TikTok que veiculava acusações falsas sobre a influenciadora, inclusive a afirmação de sua morte. O perfil foi removido em seguida.
O dono da conta publicava vídeos atualizando o estado de saúde de Isabel e, em uma postagem, afirmou que ela havia morrido, gerando indignação na família.
Contexto da saúde de Isabel Veloso
Isabel descobriu o linfoma de Hodgkin aos 15 anos. Aos 17, foi informado de que a doença era incurável, o que levou à interrupção do tratamento. Em outubro de 2024, a jovem retomou a terapia durante a gestação, já com a doença atingindo os pulmões.
Após o parto, iniciou uma nova fase do tratamento visando o controle da doença e a recuperação. A família reforça o acompanhamento médico contínuo e a necessidade de informações confiáveis sobre o quadro clínico de Isabel.
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