- Região de Lincolnshire, no Long Sutton, passa a abrigar possivelmente a primeira safra comercial de azeitonas, com mais de dezoito mil árvores em dez hectares.
- As azeitonas foram colhidas manualmente e o óleo foi extraído e engarrafado para venda pública.
- A plantação ocupa vinte e cinco acres (dez hectares) e é considerada uma das mais ao norte do mundo para cultivo comercial de azeitonas.
- Mudanças climáticas, com verões mais quentes e secos, ajudam o cultivo de culturas pouco comuns na região; a família Hoyles tem mais de duzentos anos de atuação na área.
- O projeto envolveu cinco anos de pesquisa e cooperação com especialistas italianos, que compartilharam técnicas e conhecimento; Hoyles diz ter sido movido pela pragmatismo e pelo desafio.
A região de Lincolnshire, tradicionalmente agrícola, vem observando verões cada vez mais quentes e secos. A mudança climática tem favorecido culturas menos comuns na área, conforme especialistas acompanham as novas dinâmicas do cultivo local.
A família Hoyles afirma ter estabelecido possivelmente a primeira safra comercial de azeitonas na região. Em Long Sutton, eles plantaram mais de 18 mil oliveiras em 10 hectares de terreno, produzindo óleo artesanal a partir da colheita manual e do esmagamento das frutas.
O projeto, iniciado há cinco anos, contou com cooperação de especialistas italianos. Segundo David Hoyles, a iniciativa recebeu reconhecimento informal como uma experiência pioneira na região, que já abriga uma das regiões agrícolas mais ao norte com atividade comercial de azeitonas.
Quem envolve a operação é a família Hoyles, com histórico de mais de dois séculos na agricultura local. A produção inclui o óleo obtido pela prensagem das azeitonas, preparado para venda ao público, após pesquisa cuidadosa de técnicas de colheita.
Quando ocorreu o marco não foi especificado em detalhes, mas as informações indicam conclusão recente da primeira safra comercial na área de Long Sutton, em Linconshire, segundo a narrativa da família. A divulgação reforça o papel da adaptação climática no setor.
Embora a notícia destaque a ousadia técnica, não há confirmação oficial de autoridades locais sobre o marco histórico. A divulgação enfatiza a combinação entre pragmatismo agrícola, curiosidade pessoal e cooperação internacional para viabilizar o projeto.
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