- Equipes de conservação registraram pela primeira vez, em quase vinte anos, avistamentos de ratos d’água no destino de drenagem do rio Thame, no Reino Unido.
- Vídeos mostram os animais em dois pontos: o rio Thame perto de Chearsley, em Buckinghamshire, e o Chalgrove Brook em Stadhampton, Oxfordshire.
- As imagens foram coletadas por câmeras de monitoramento com detecção de movimento, integradas a um projeto de longo prazo para acompanhar espécies e sinais de hábitats ribeirinhos.
- Os registros indicam que o ecossistema do rio volta a sustentar uma teia alimentar saudável devido à presença de garças na margem e à existência de rãs d’água.
- A última confirmação de ratos d’água na bacia remonta ao início dos anos 2000, com um esforço de reintrodução em 2006 próximo de Cuddesdon e Chiselhampton; autoridades pedem que moradores relatem avistamentos e sinais de doninhas-americanas (minks) através de canais oficiais.
A equipe de conservação confirmou avistamentos do ouriço-douro britânico, o maior mamífero de declínio rápido no país, na área de captação de um rio pela primeira vez em quase 20 anos. Voluntários do River Thame Conservation Trust (RTCT) coletaram imagens em dois pontos — no Rio Thame, próximo a Chearsley, em Buckinghamshire, e outro no Chalgrove Brook, em Stadhampton, Oxfordshire.
As evidências foram obtidas com câmeras de monitoramento com sensores de movimento instaladas pela área de captação, como parte de um projeto contínuo de acompanhamento do RTCT para detectar sinais de lontra, ouriço-douro e outras espécies-chave do ecossistema fluvial. A equipe afirmou que o episódio reacende esperanças de recuperação para a espécie na bacia.
Segundo o RTCT, o primeiro registro veio de um clipe dramático gravado em Chearsley, que mostra uma garça à beira do rio capturando dois ouriços-douro. Embora difícil de ver, a descoberta indica a presença de ouriços-douro no leito do Thame e a possibilidade de uma teia alimentar mais saudável na região. Os registros mais recentes remontam aos anos 2000, quando as populações ainda eram conhecidas por declínio.
Conteúdos históricos indicam uma tentativa de reintrodução próximo a Cuddesdon e Chiselhampton em 2006, visando ampliar os números da espécie. Ainda não está claro se os exemplares recém-avistados são remanescentes de populações nativas ou indivíduos provenientes da reintrodução.
O RTCT reforça a importância da participação pública para o monitoramento. Pessoas que avistarem ouriços-douro ou sinais da minken-americana devem reportar as ocorrências aos grupos de conservação locais ou por plataformas nacionais de espécies invasoras, como o INNS Mapper.
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