- O Ministério da Saúde intensificou a vigilância da influenza no Brasil após alerta da OPAS/OMS sobre aumento de gripes no hemisfério norte.
- Foram identificados até o momento quatro casos do subclado K no Brasil: um importado no Pará e três no Mato Grosso do Sul, com as origens em investigação.
- A vigilância envolve monitoramento de síndrome gripal e de SRAG, diagnóstico precoce, notificação de casos incomuns e fortalecimento de medidas de prevenção, vacinação e antivirais para grupos de risco.
- Não há evidências de que o subclado K aumente a gravidade; há circulação mais intensa e antecipada em relação ao padrão do hemisfério norte, o que eleva as internações.
- A vacinação pelo SUS continua sendo a principal forma de prevenir casos graves e hospitalizações; antivirais gratuitos estão disponíveis para públicos prioritários, além de medidas como uso de máscara, higiene das mãos e ventilação.
A vigilância da influenza no Brasil segue monitorando casos de síndrome gripal e SRAG, com diagnóstico, notificação e imunização em curso. A Organização Pan-Americana da Saúde/OMS lançou alerta sobre aumento de gripe no hemisfério norte, com destaque para o vírus da Influenza A (H3N2).
O Ministério da Saúde informou a identificação de quatro casos do subclado K no Brasil. Um deles é importado no Pará, relacionado a viagem internacional, e os outros três são registrados em Mato Grosso do Sul, ainda em investigação para confirmar a origem.
Até o momento, não há evidências de que essa variante esteja associada a maior gravidade dos quadros. Observa-se, no entanto, circulação mais intensa e antecipada, com aumento potencial de internações.
A vigilância segue com diagnóstico precoce, pesquisa de eventos respiratórios incomuns e notificação rápida. A vacinação do SUS continua como principal estratégia de prevenção de casos graves e hospitalizações.
Subclado K
O SUS oferece antiviral gratuitamente para grupos prioritários, como complemento à vacinação. A vacinação anual permanece a medida-chave para evitar casos graves e reduzir internações.
Sintomas comuns incluem febre, dor pelo corpo, tosse e cansaço. Sinais de agravamento podem exigir avaliação médica rápida, como falta de ar ou piora rápida do quadro.
Medidas adicionais recomendadas incluem uso de máscara por pessoas com sintomas, higienização das mãos e boa ventilação de ambientes.
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