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Consumo de maconha entre mulheres triplicou, aponta pesquisa

Unifesp confirma crescimento do uso de cannabis entre mulheres: adolescentes passam de 2,1% para 7,9% e adultas de 3% para 10,6%

Estudo da Unifesp mostra que o uso de cannabis entre as meninas adolescentes subiu de 2,1% para 7,9% e, entre mulheres adultas, de 3% para 10,6%.
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  • Estudo da Unifesp indica aumento no uso de maconha entre mulheres: de 2,1% para 7,9% entre meninas adolescentes, e de 3% para 10,6% entre mulheres adultas.
  • A pesquisa aponta que o crescimento acompanha mudanças de percepção social e maior aceitação da substância.
  • Fatores como estresse, ansiedade e busca por novas experiências aparecem associados ao aumento do consumo entre mulheres.
  • A mudança de padrão de consumo, antes mais comum entre homens, pode estar ligada à maior autonomia e exposição a mídias sociais.
  • Especialistas destacam a importância de prevenção, educação e políticas públicas para apoio a mulheres e adolescentes; reforçam necessidade de diálogo aberto sobre riscos.

A Unifesp divulgou dados de uma pesquisa que revela aumento no consumo de cannabis entre mulheres brasileiras. O estudo mostra crescimento de uso entre adolescentes e adultas, com atividades avaliadas nos últimos anos.

Entre meninas de 12 a 17 anos, a prevalência subiu de 2,1% para 7,9%. Entre mulheres adultas, de 18 a 49, o aumento foi de 3% para 10,6%. Os números refletem mudanças de percepção e maior acesso à substância.

Resultados da pesquisa

A pesquisa da Universidade Federal de São Paulo aponta que o uso de maconha entre as mulheres acompanha mudanças sociais e maior aceitação da droga. Fatores como estresse, ansiedade e curiosidade são citados como possíveis instigadores.

O estudo aponta ainda uma mudança na dinâmica de consumo, com maior autonomia e exposição às redes sociais contribuindo para o avanço entre mulheres. A amostra foi representativa da população brasileira.

A Unifesp destaca a necessidade de políticas públicas de prevenção e apoio direcionado a mulheres e adolescentes, com diálogo aberto sobre riscos. O texto enfatiza ações educativas sem julgamentos.

A instituição reforça que o aumento observado exige monitoramento continuado e reforço de programas de prevenção, sem abandonar a base científica dos dados apresentados. Fonte: Unifesp.

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