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O que acontece com o corpo durante onda de calor e quais são os riscos

Onda de calor atinge estados brasileiros, eleva risco de desidratação, exaustão e choque térmico; idosos, crianças e trabalhadores são mais vulneráveis

Fotografia de um homem negro despejando água na testa na por conta do calor.
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  • O Brasil enfrentou onda de calor em estados como São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, classificada pelo Inmet como grande perigo, com alerta vermelho.
  • As temperaturas ficaram cerca de cinco graus acima do normal, chegando a quarenta e sete graus em alguns locais? (Wait: In text says 37,2°C em SP; not 47. O prompt has 37,2°C). Correction: tiveram valores próximos a esse patamar, com São Paulo atingando 37,2 °C, recorde para dezembro. Em outras regiões houve casos de mal-estar generalizado.
  • O calor intenso combinado com ar abafado aumenta o risco de desidratação, exaustão pelo calor e, em situações extremas, choque térmico e falência de órgãos.
  • Sinais iniciais incluem cansaço, dor de cabeça, sede forte, câimbras, inchaço e irritação na pele; a fim de evitar agravamento, é essencial hidratação e refresco.
  • Grupos de maior risco são idosos, crianças pequenas e pessoas com doenças cardíacas, renais ou diabetes; fatores sociais, como falta de abrigo e exposição ao sol, aumentam a vulnerabilidade.

O Brasil enfrenta uma onda de calor que atinge São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e partes do Espírito Santo e do Mato Grosso do Sul. O Inmet classificou o evento como grande perigo, com alerta vermelho emitido.

As temperaturas ficaram cerca de 5 °C acima do normal. Em São Paulo, o termômetro chegou a 37,2 °C, recorde para dezembro. No Rio de Janeiro, milhares buscaram atendimento médico após mal-estar causado pelo calor.

O calor exige do corpo mecanismos de resfriamento, como desvio de sangue para a pele e evaporação do suor. Quando o ambiente é muito quente ou úmido, esse processo fica prejudicado, elevando o risco de complicações.

Como o calor afeta o corpo

O coração acelera para manter a temperatura, e a desidratação reduz o volume de sangue, elevando o risco de queda de pressão. A exposição prolongada aumenta a chance de complicações graves.

Sinais iniciais incluem cansaço, dor de cabeça, sede intensa e irritação na pele. Se não houver hidratação ou refresco, pode haver exaustão pelo calor, com tontura, náuseas e confusão.

Grupos de maior vulnerabilidade

Idosos costumam ter menos sede e dificuldade de regular a temperatura. Crianças pequenas também sofrem mais com o calor extremo. Doenças cardíacas, renais ou diabetes elevam o risco, assim como uso de diuréticos.

Fatores sociais agravam a situação: moradia sem proteção, exposição contínua ao sol e atividades ao ar livre aumentam a permanência sob calor. A orientação é manter hidratação e buscar sombra e refresco.

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