- Entre quinta-feira, 8 de janeiro, e a manhã de segunda-feira, 12 de janeiro, o Acre teve mais de 100 mm de chuva em diversas regiões, incluindo Rio Branco.
- Entre 11 e 12 de janeiro, Assis Brasil registrou 124,8 mm e Rio Branco, 80,4 mm, conforme o Cemaden.
- A previsão é de mais chuva para esta semana, com volumes elevados previstos para várias regiões do Acre na terça-feira, 13 de janeiro.
- O Serviço Geológico do Brasil indica que, apesar de o nível dos rios ter estado dentro da normalidade recentemente, a intensidade das chuvas pode fazer os níveis voltarem a subir.
- Em dezembro de 2025 houve enchentes em Rio Branco e outras áreas, com a cota do rio Acre atingindo 15,41 metros em 29 de dezembro; a Defesa Civil alerta a população para os próximos episódios caso as chuvas persistan.
Acre enfrenta novo episódio de chuvas intensas. Entre 8 e 12 de janeiro, volume acumulado supera 100 mm em várias regiões, incluindo a capital Rio Branco. A previsão é de continuidade das precipitações nos próximos dias, elevando a preocupação com alagamentos.
Conforme dados do Cemaden, entre 11 e 12 de janeiro, a região de Assis Brasil registrou 124,8 mm em 24 horas, enquanto Rio Branco teve 80,4 mm no mesmo intervalo. O total acumulado em quatro dias passou de 100 mm em diferentes locais do estado.
A alta ocorrência de chuva se repete em todo o início da semana, com volumes que podem figurar entre os maiores do país para o período. Os meteorologistas alertam para o agravamento da situação ao longo desta semana.
Nível dos rios e impactos locais
O Serviço Geológico do Brasil apontou que, na manhã de 12 de janeiro, os níveis na bacia do rio Acre estavam em situação de normalidade. Mesmo assim, a previsão indica nova elevação devido às chuvas contínuas.
Após enchentes no fim de dezembro de 2025, quando a cota do rio Acre em Rio Branco chegou a 15,41 metros, supera a cota de inundação de 14 metros, há atenção constante da Defesa Civil. O risco de novos alagamentos preocupa moradores.
As autoridades destacam a importância de seguir as orientações oficiais para evitar desastres. A Defesa Civil continua monitorando o avanço das precipitações e recomendações de evacuação somente quando houver risco imediato.
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