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Tempestade solar intensa coloca mundo em alerta nesta noite

Tempestade solar de grande ejeção pode estender aurora boreal além do esperado no hemisfério norte, com impactos em comunicações, navegação por satélite e redes elétricas

Tempestade solar coloca países em alerta • Space Weather Prediction Center
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  • Tempestade solar potente com ejeção de massa coronal (EMC) se aproxima da Terra na noite desta segunda-feira (19).
  • Se houver interação forte com o campo magnético terrestre, a aurora boreal pode ocupar áreas além do previsto no hemisfério norte.
  • Trata-se da maior tempestade solar das últimas duas décadas.
  • O Centro de Previsão do Clima Espacial (SWPC) da NOAA emitiu alerta de tempestade geomagnética de grau quatro (severo) para esta noite.
  • A aurora costuma aparecer após o pôr do sol ou antes do nascer, e, em grandes eventos, pode ser vista a partir de regiões que vão até os Estados Unidos, Europa e Ásia; no Brasil, o fenômeno não é perceptível.

Uma tempestade solar de grande intensidade se dirige à Terra nesta segunda-feira, 19, com uma ejeção de massa coronal em direção ao nosso planeta. O fenômeno pode interagir de forma intensa com o campo magnético terrestre e ampliar a aurora boreal no Hemisfério Norte. O alerta foi emitido por centros de previsão espacial.

Segundo o Centro de Previsão do Clima Espacial, ligado à NOAA, a tempestade é classificada como grau 4 em uma escala que vai até 5. O núcleo da ejeção de massa coronal deve atingir o campo magnético da Terra nas próximas horas, com impactos potenciais na tecnologia. equipes acompanham a evolução.

As autoridades destacam que a aurora boreal pode se estender para regiões mais ao sul do que o usual, dependendo da intensidade da interação com o campo magnético. Observadores devem ficar atentos a avisos de satélites e redes elétricas. Em geral, o fenômeno aparece ao pôr do sol ou antes do nascer do sol.

O que é a aurora boreal

A aurora é um indicativo de tempestades geomagnéticas. Ela pode afetar rádios de alta frequência e sistemas de navegação por satélite. A intensidade das luzes depende de como os elétrons se movem no espaço próximo da Terra.

Elétrons acelerados pela magnetosfera colidem com oxigênio e nitrogênio na alta atmosfera, liberando luz ao retornar a estados de menor energia. Em eventos mais fortes, as auroras podem aparecer além das regiões polares.

Ameaças associadas incluem perturbações em redes elétricas e falhas temporárias de comunicação. Observação clara exige condições de céu límpido e baixa poluição luminosa. Nos relatos, a aurora costuma ser visível apenas no crepúsculo.

Em regiões não polares, a visão pode ocorrer apenas durante eventos de grande atividade espacial. No Brasil, o fenômeno não é observado com frequência, por localização geográfica, além do interesse de curiosos e pesquisadores.

As autoridades ressaltam que as previsões podem mudar conforme a evolução da EMC. A comunidade científica mantém monitoramento contínuo para orientar serviços de navegação, energia e telecomunicações.

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