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Tempestades geomagnéticas intensas podem tornar auroras visíveis no sul dos EUA

Tempestades geomagnéticas intensas podem tornar auroras visíveis do sul dos EUA ao Canadá, afetando satélites e comunicações GPS

The aurora borealis, also known as the ‘northern lights’ illuminates the sky over Quickborn, northern Germany, on Monday.
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  • A atividade geomagnética pode tornar as auroras visíveis no Canadá e em várias regiões do norte dos Estados Unidos na segunda-feira à noite, conforme previsão do Centro de Predição de Espaço Sideral da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).
  • O alerta aponta tempestades geomagnéticas intensas e radiação solar, que podem fazer a aurora aparecer mais ao sul do que o normal.
  • Essas tempestades também podem atrapalhar operações de satélites, comunicações por GPS e outras infraestruturas, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
  • A intensidade desta sequência de tempestades não era vista há mais de duas décadas, e não se espera grande enfraquecimento até terça-feira.
  • Em novembro, auroras vibrantes foram observadas em partes da Europa e, nos EUA, atingiram estados como Kansas, Colorado e Texas.

O que aconteceu: um grande distúrbio no campo magnético da Terra pode tornar as auroras visíveis muito mais ao sul do que o normal. O alerta partiu de uma previsão espacial.

Quem está envolvido: o Centro de Predição de Espaço Atmosférico da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) emitiu o prognóstico, com a participação de especialistas como Shawn Dahl, coordenador de serviços no centro.

Quando e onde: a previsão aponta para a noite de segunda-feira, com possibilidade de auroras cobrir grande parte do Canadá e dos estados do norte dos EUA, alcançando áreas ainda mais ao sul.

Por quê: o fenômeno decorre de intensa atividade geomagnética e de tempestades solares, que elevam as chances de auroras em regiões não habituais para esse espetáculo.

Impactos potenciais: tempestades geomagnéticas podem afetar operações de satélite, comunicações por GPS e outras infraestruturas críticas, segundo o US Geological Survey.

Contexto adicional: a intensidade atual não era vista há mais de duas décadas, e a previsão indica que o distúrbio deve permanecer significativo até pelo menos terça-feira.

Notas de referência: em novembro, tempestades solares já trouxeram auroras a partes da Europa e também a áreas ao sul dos EUA, como Kansas, Colorado e Texas.

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