- A Anvisa suspendeu três suplementos da Cycles Nutrition por conterem ingredientes sem avaliação de segurança, com determinação de recolhimento imediato.
- Os produtos são Recover Cycles Nutrition, Shot Ritual Cycles Nutrition e Relax Ritual Cycles Nutrition, fabricados pela Sylvestre Indústria e Comércio de Insumos Alimentícios; não podem ser comercializados, distribuídos, fabricados, importados, divulgados ou consumidos.
- A agência explicou que os suplementos continham ingredientes cuja segurança não foi comprovada, o que pode representar riscos à saúde.
- A Anvisa também proibiu a comercialização de três produtos da Mushin Serviços e Comércio no Geral: Fantastic Oat Frutas Vermelhas, Fantastic Oat Banana e Caramelo, e Fantastic Oat Maçã e Canela, com recolhimento determinado.
- A Mushin informou ter ficado surpresa com a decisão, alegando que o extrato de Cogumelo Agaricus bisporus com Vitamina D2 foi aprovado para uso em alimentos em 2023 e que já acionou seus advogados para a solução do caso.
A Anvisa suspendeu três suplementos da Cycles Nutrition após identificar ingredientes sem avaliação de segurança. A decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da União, com determinação de recolhimento dos produtos. A medida proíbe comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e consumo.
Os suplementos envolvidos são Recover Cycles Nutrition, Shot Ritual Cycles Nutrition e Relax Ritual Cycles Nutrition, fabricados pela Sylvestre Indústria e Comércio de Insumos Alimentícios. A agência afirma que os itens contêm ingredientes sem comprovação de segurança para uso em suplementos.
A Cycles Nutrition informou, em nota, que prioriza ingredientes de origem vegetal ou frutal, com processos de escolha e certificação. A empresa ressalta que os extratos em pó visam aroma, sabor e cor, e que manterá transparência com clientes e parceiros.
Mushin
A Anvisa também proibiu três produtos da Mushin Serviços e Comércio no Geral: Fantastic Oat Frutas Vermelhas, Fantastic Oat Banana e Caramelo, e Fantastic Oat Maçã e Canela. Os itens devem ser recolhidos e não podem ser comercializados.
A agência aponta que os produtos continham a alegação de extrato de cogumelo rico em vitamina D, ingrediente ainda sem avaliação de segurança para uso em suplementos. Também não há comprovação científica de redução de LDL ou controle de glicemia.
A Mushin afirmou que houve um mal-entendido na leitura da legislação. A empresa diz ter aprovado o ingrediente em 2023 para uso em alimentos convencionais e suplementos, e informou ter acionado seus advogados para resolver o caso.
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