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Lareiras a madeira terão avisos de saúde no plano do Reino Unido

Etiquetas de saúde em fornos a lenha são propostas; limite de emissão cai para 1 g/h em novos aparelhos, reduzindo 9% das emissões anuais

A wood burning stove with logs
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  • Planos do governo britânico vão exigir aviso de saúde em novos fogões à lenha, destacando o impacto da poluição do ar.
  • A proposta prevê reduzir o limite de fumaça emitida por fogões a lenha de 5 g/h para 1 g/h, válida apenas para modelos novos.
  • A redução prevista reduziria as emissões tóxicas anuais em torno de 9% na próxima década; cerca de 70% dos fogões testados desde 2018 já cumprem o novo limite.
  • Também estão previstas etiquetas que informem o impacto na saúde de combustíveis sólidos usados em casa e reajuste das multas para fornecedores de madeira com baixa umidade (de £ 300 para £ 2.000).
  • A consulta pública permanece aberta até 19 de março, com avaliação de impactos e prazos de implementação de três a cinco anos após a aprovação da lei.

O governo do Reino Unido propõe que novas deflações de madeira queimadas passem a trazer avisos de saúde sobre a poluição que geram. O plano também prevê reduzir em 80% o limite de emissões de fumaça de fogões a lenha, que valerá apenas para modelos novos. Segundo a consulta, essa medida reduziria as emissões tóxicas associadas à queima de madeira em 9% ao longo da próxima década.

A mudança acompanha rótulos informativos para fogões novos, destacando o impacto na saúde de moradores e familiares, e avaliando a eficiência energética de A a C. Além disso, a madeira destinada à queima ganharia um aviso sanitário, com o objetivo de desencorajar o uso inadequado.

Medidas propostas

A regra para fogões novos estabelece emissão de até 1 g por hora, ante o atual limite de 5 g/h. Cerca de 70% dos modelos testados desde 2018 já atendem ao novo patamar, segundo a consulta. A implementação total está prevista para três a cinco anos após a aprovação da lei.

A proposta prevê ainda aumento das sanções para fornecedoras de combustíveis que vendam madeira com excesso de umidade, cuja queima gera mais poluição. O peso da penalidade subiria de 300 libras para 2.000 libras.

Impactos e críticas

A queima residencial de madeira é responsável por cerca de 20% das partículas finas na atmosfera, segundo o governo, comparável ao conjunto do transporte rodoviário. Estudos associam a queima doméstica a milhares de óbitos prematuros e a casos de diabetes e asma.

Organizações como a Global Action Plan contestam que as medidas não resolvem o total da poluição causada por fogões existentes e comparam fogões mais limpos a cigarros de baixo teor de nafta, ainda prejudiciais. Recomendações incluem ações para reduzir o uso de madeira e ampliar poderes locais para controlar emissões.

Participação pública

A consulta pública está aberta até 19 de março. Autoridades afirmam que as novas etiquetas e regras visam facilitar decisões mais saudáveis ao aquecer residências, mesmo com o andamento ainda incerto de medidas sobre wood-burning existentes.

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