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Calor intenso pode quebrar recordes no sudeste da Austrália com alto risco de incêndios

Calor intenso pode quebrar recordes no sudeste australiano, com mais de cinco dias acima de 40 °C e risco de incêndios de alto a catastróficos nos estados SA, VIC, NSW e Queensland

Fires were still burning in many parts of Victoria after an intense heatwave earlier in January, which analysts said was made five times more likely due to global heating.
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  • Um jorro de calor pode derrubar recordes de temperatura na Victoria e em New South Wales, com condições de fogo extremas a catastróficas no sudeste da Austrália a partir de sábado.
  • Partes interiores de South Australia, Victoria, New South Wales e sul de Queensland podem ficar mais de cinco dias seguidas acima de 40°C.
  • O risco de incêndio é de extremo a catastrófico em várias regiões, com alerta especial para Yorke e Eyre Peninsula leste, em South Australia.
  • Medidas de controle já estão em vigor: proibição total de fogo no estado de Victoria e proibições em quase todas as regiões de South Australia, exceto Adelaide.
  • Previsões destacam temperaturas próximas ou acima de 40°C em cidades como Adelaide e Melbourne, além de 48°C em áreas como Bourke (NSW) e Thargomindah (Queensland), enquanto o Fogo e o clima ainda exigem cautela.

A frente de calor extremo pode quebrar recordes de temperatura no sudeste da Austrália, levando a condições de fogo de catástrofe em várias regiões. O calor deve se manter elevado a partir de sábado, atingindo SA, Victoria, NSW e sul de Queensland, com áreas interiores esperando mais de cinco dias acima de 40C. O objetivo é informar sem emitir opiniões.

O Serviço Meteorológico Mundial (BOM) prevê uma onda de calor prolongada e severa, que pode favorecer incêndios de grande intensidade. Em alguns locais, as máximas podem superar as marcas históricas e colocar grande parte da população sob avisos de calor extremo. A população é aconselhada a se manter fresca e atenta aos avisos de fogo.

O governo estadual reforça a gravidade da situação. Victoria declarou hoje um embargo total de incêndio em todo o estado para sábado. Em SA, o parecer é de restrições amplas, com exceção de Adelaide, onde as regras são mais brandas. As autoridades pedem adesão estrita aos decretos.

Na prática, o fogo é o principal risco. O chefe do Corpo de Bombeiros, Jason Heffernan, alerta que novos incêndios podem surgir rapidamente sob o calor e a seca. Equipes de emergência permanecem no solo, monitorando o avanço de pontos já ativos.

Em SA, várias zonas já contavam com avisos de incêndio na sexta-feira à tarde, com moradores de Crawford Crossing, Hodgson Crossing, McNamara Crossing, Nariel Creek, Nariel Valley, Stacey’s Bridge e Willow Crossing orientados a sair imediatamente.

Dados da CFA indicam que o sábado pode apresentar “condições de tempo de incêndio entre as mais críticas dos últimos anos” na região da Costa Leste e das Penínsulas. Em paralelo, a península de Yorke já registra restrições de fogo.

Na Victoria, a previsão aponta máximas próximas de 49C em partes da região do Mallee na próxima terça-feira, complicando recordes. Mildura pode chegar a 47C, desafiando marcas anteriores. Melbourne deve enfrentar picos de até 40C no sábado e 41C na terça.

NSW também será atingida, com picos esperados no domingo e a meio da semana. Regiões como Riverina, oeste central e norte devem sofrer maior pressão, com Bourke projetado a 48C na quarta-feira, perto do recorde estadual de 50,1C.

No Território e no oeste, outras situações meteorológicas aparecem. Thargomindah, em Qld, pode registrar 48C na quarta e 47C na quinta. Enquanto isso, um sistema tropical próximo de Broome pode evoluir para o cyclone Luana, chegando à Kimberley no fim de semana.

O país já acumulou 2025 como um dos anos mais quentes, com temperatura média nacional 1,23C acima da média. A crise climática é citada como fator que aumenta a frequência e a intensidade de ondas de calor e incêndios florestais.

Previsões de longo prazo indicam temperaturas mais altas até abril em grande parte do país. As temperaturas do mar permanecem acima da média globalmente, o que tudo indica que episódios de calor intenso devem continuar a ocorrer.

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