- A Blue Origin anunciou o serviço de internet espacial TeraWave, com início da formação da constelação no quarto trimestre de 2027.
- A rede terá cinco mil quatrocentos e oito satélites distribuídos entre órbita baixa (até 800 km) e órbita média (de 2 mil a 35 mil km).
- Desses, cinco mil duzentos e oitenta ficarão em órbita baixa com transmissão por radiofrequência e velocidade de até 144 Gbps.
- Os 128 satélites em órbita média usarão feixes de laser, podendo alcançar até 6 terabytes por segundo, com funcionamento global.
- O sistema será symétrico (mesma velocidade de download e upload) e atenderá até cem mil empresas, mas a empresa não divulgou preços nem cronograma detalhado.
A Blue Origin anunciou a formação de uma nova constelação de satélites para um serviço de internet empresarial, chamado TeraWave. O plano é que as operações comecem no quarto trimestre de 2027, com a finalidade de conectar centros de dados distantes por meio de links ópticos a laser.
A empresa afirma que a rede terá 5.408 satélites distribuídos entre órbita baixa (LEO) e órbita média (MEO). Dentre eles, 5.280 ficarão em LEO, transmitindo por ondas de radiofrequência com velocidades de até 144 Gbps. Os 128 satélites em MEO usarão feixes de laser para alcançar até 6 terabytes por segundo.
Características da constelação
O recurso de maior velocidade será assimétrico entre pontos de acesso, com latência maior em razão da distância dos satélites da Terra. A Blue Origin descreve o serviço como simétrico, com velocidades iguais de download e upload, atendendo até 100 mil empresas.
Contexto e agenda
O TeraWave visa uso corporativo para transferir grandes volumes entre datacenters não conectados por fibra. A empresa não divulgou planos, preços ou cronograma detalhado de montagem. A Blue Origin foi fundada em 2000, pelo empresário Jeff Bezos, e disputa o mercado de lançamentos com a SpaceX, além de desenvolver a família de foguetes New Glenn e o veículo New Shepard para turismo espacial.
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