- Cada avião comercial recebe uma descarga elétrica uma ou duas vezes por ano, já prevista no projeto.
- O raio percorre pela parte externa da fuselagem e retorna à atmosfera, sem alcançar o interior.
- Fios internos desviam o raio do nariz para o restante da estrutura, evitando concentração num ponto.
- Quem está a bordo vê um clarão forte e ouve um estalo; danos costumam ser pequenos e локalizados, com marcas milimétricas nas extremidades das asas e na cauda.
- Em 1963, o voo Pan Am 214 caiu após o raio atingir o tanque de combustível; desde então, os tanques foram redesenhados, reduzindo significativamente essa chance hoje.
Nada — pelo menos para o passageiro. Um avião comercial costuma receber uma descarga elétrica uma ou duas vezes por ano, conforme o projeto da aeronave.
O raio percorre a parte externa da fuselagem e retorna à atmosfera, sem atravessar o interior. Fios internos protegem áreas sensíveis, como o nariz, direcionando a descarga ao conjunto da estrutura.
Quem está a bordo pode ver um clarão intenso e ouvir um estalo seco. Danos costumam ser pequenos, marcando, às vezes, extremidades das asas ou a cauda, como entradas da descarga.
Existiram acidentes históricos, como o voo Pan Am 214, em 1963, quando o raio atingiu o tanque de combustível e houve explosão. Após o episódio, os tanques foram redesenhados e a chance de repetição hoje é muito baixa.
A aviação utiliza protocolos de proteção e redundância para manter a segurança mesmo em tempestades. Assim, a experiência de voar durante raios continua sendo gerenciável e amplamente segura.
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