- A qLABS planeja lançar o token qONE, com venda antecipada limitada marcada para quinta-feira, 5 de fevereiro, às 14h UTC, para defender ativos contra computação quântica.
- A fundação descreve-se como “quântum-nativa” e quer adicionar uma camada resistente a quânticos em redes existentes, protegendo carteiras e transações sem migrar para novas blockchains.
- O sistema combina criptografia pós-quantum (post-quantum) com provas de conhecimento zero (zero-knowledge proofs) e usa o IronCAP, um sistema criptográfico baseado em código.
- O modelo de dupla assinatura exige a assinatura padrão da blockchain e uma segunda assinatura resistente a quânticos para completar as transações.
- A iniciativa ocorre em um momento em que grandes players do setor, como Coinbase e Ethereum Foundation, já buscam estratégias de segurança quântica para redes e ativos digitais.
qLabs lançou a primeira ofensiva no combate à criptografia quântica, com a carteira Quantum-Sig e o token qONE. A presale limitada está marcada para quinta-feira, 5 de fevereiro, às 14h UTC. A iniciativa busca tornar-se suporte inicial a ativos sob risco futuro de criptografia. O objetivo é oferecer proteção diretamente nas camadas de carteira e transação, sem migrar usuários para novas redes.
A organização qLABS se autodefine como “quântica desde o início” e afirma que o setor não pode esperar upgrades lentos de protocolo. A base de atuação é a criptografia pós-quântica aliada a provas de conhecimento zero, com o sistema IronCAP. A proposta envolve um modelo de dupla assinatura, exigindo assinatura tradicional da blockchain e uma assinatura quântica resistente.
Segundo a Fundação, o risco de “colher agora, decifrar depois” orienta o planejamento de segurança. Em blockchains, as assinaturas digitais asseguram carteiras e propriedade de ativos, tornando essencial a proteção já existente. A iniciativa não cria uma nova rede, e sim uma camada protetiva adicional para redes já em funcionamento.
Tecnologia e parcerias
A solução de qLABS combina criptografia pós-quântica com provas de conhecimento zero, buscando proteção na carteira e nas transações. A tecnologia cita o apoio de estruturas alinhadas a padrões do NIST e utiliza o conceito de assinatura dual para cada transação. A proposta é permitir proteção sem transferir ativos para novas plataformas.
As ações da indústria já apontam para maior suporte à segurança quântica. Coinbase manteve, em 2020, um conselho consultivo independente sobre riscos quânticos. A Ethereum Foundation e outros projetos também destacam a segurança pós-quântica como prioridade estratégica. A tendência é avançar com soluções integradas.
Aptos, Solana e outros ecossistemas consideram assinaturas resistentes a quântica para futuras implementações, priorizando planejamento antecipado. Estimativas de que máquinas quânticas capazes de comprometer assinaturas elliptic curve podem surgir no início a meio da década de 2030 permanecem sob avaliação com prazos dependentes de avanços técnicos.
A presale do qONE, token de acesso a serviços de transação quântica, funciona com taxas baseadas no uso, não em assinatura. A iniciativa pretende posicionar a infraestrutura como legado inicial para proteção de ativos digitais, alinhando-se a uma tendência de preparo proativo no mercado.
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