- A Anvisa interditou cautelarmente o leite condensado semidesnatado La Vaquita e apreendeu os suplementos Glicojax e Durasil.
- O leite condensado foi reprovado no teste microbiológico de Estafilococos Coagulase Positiva (ECP) pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels.
- A Anvisa atribuiu o produto à empresa Apti Alimentos, que negou a fabricação ou distribuição do item em nota oficial.
- Os suplementos Glicojax e Durasil apresentam origem desconhecida e uso de propaganda enganosa, segundo a Agência.
- Mesmo com irregularidades, plataformas de venda online continuam a comercializar o suplemento Durasil; a Anvisa aguarda retornos das empresas.
A Anvisa interditou cautelarmente o leite condensado semidesnatado La Vaquita e apreendeu dois suplementos, Glicojax e Durasil, após identificar intoxicação de origem desconhecida e registrar medidas de segurança alimentar. A ação ocorreu nesta segunda-feira (2).
O lote do leite condensado reprovou no teste microbiológico Estafilococos Coagulase Positiva (ECP), realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels. O resultado indica possível presença de bactérias do gênero Staphylococcus aureus em níveis que podem causar intoxicações.
A empresa Apti Alimentos foi apontada pela Anvisa como responsável pelo leite condensado, mas a própria companhia afirmou, em nota, que o produto não integra seu portfólio e que houve associação equivocada pela agência. A Anvisa também verificou origem desconhecida para os suplementos.
Suplementos
A agência afirmou que os itens Glicojax e Durasil utilizam propaganda enganosa e possuem origem não identificada. Alega-se que o Glicojax promete benefícios como controle da glicose e suporte cardiovascular, sem comprovação científica.
O suplemento Durasil em gotas também tem fabricante desconhecido e é apresentado como capaz de aliviar dores e melhorar a função erétil. Mesmo com as irregularidades, plataformas de venda como Shopee e Mercado Livre continuam listando o produto.
A Agência Brasil entrou em contato com as empresas envolvidas e aguarda retorno. As informações oficiais indicam que as medidas visam assegurar a integridade de produtos comercializados no país e evitar riscos à saúde pública.
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