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Morte em piscina de academia em SP: o que pode ter ocorrido

Polícia investiga intoxicação química em piscina de academia no Parque São Lucas, SP; possível falha na dosagem de cloro gera gases tóxicos e morte de aluna

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  • A Polícia Civil de São Paulo investiga a intoxicação química que deixou uma mulher morta, Juliana Faustino Bassetto, e outras quatro pessoas internadas após uma aula de natação em uma piscina de academia no Parque São Lucas, zona leste, neste sábado.
  • A apuração usa dados da CNN Brasil sobre falhas no tratamento da água e mistura de cloro com impurezas orgânicas, que podem gerar gases tóxicos.
  • Especialistas apontam que odor forte e queimação nos pulmões são sinais de reações químicas indevidas; excesso de cloro ou dissolução inadequada podem colocar banhistas em risco.
  • O nível ideal de cloro, segundo normas técnicas, fica entre 0,5 mg/l e 0,8 mg/l.
  • O caso é tratado como morte suspeita; os proprietários fecharam a academia e abandonaram o local, o que levou a polícia a arrombar o imóvel para coletar amostras e realizar a perícia.

O que aconteceu envolve a morte de Juliana Faustino Bassetto, 27 anos, e a internação de outras quatro pessoas após uma aula de natação em uma piscina de academia no Parque São Lucas, zona Leste de São Paulo. O incidente ocorreu no sábado, 7 de uma semana não especificada, e a polícia investiga as causas da intoxicação química. A área atingida fica dentro de uma academia, que ficou sem funcionamento após o ocorrido.

A investigação preliminar aponta falhas no tratamento da água como possível causa. Pesquisas da CNN Brasil com empresas do setor indicam que a mistura de cloro com impurezas orgânicas, como suor, pode gerar gases venenosos. Em ambientes cobertos, o uso de cloro inorgânico é recomendado, mas excesso ou dissolução incorreta aumenta riscos aos banhistas.

A perícia do Instituto de Criminalística busca confirmar se houve erro de dosagem ou uso de substâncias irregulares. Normas técnicas indicam que o cloro ideal deve ficar entre 0,5 mg/l e 0,8 mg/l. Testemunhas relataram que a água apresentava aspecto e gosto anormais, sugerindo saturação química no momento da aula.

Investigação em andamento

Os responsáveis pela academia fecharam o local e abandonaram o espaço sem comunicar a polícia, o que levou autoridades a arrombar o imóvel para coletar amostras da água e realizar a perícia. A natureza do caso é classificada como morte suspeita, com apuração em curso para esclarecer o que ocorreu.

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